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viernes, 9 de marzo de 2012
miércoles, 7 de marzo de 2012
La fantástica contabilidad de Luis De Guindos...

El ministro de Economía y Competitividad aportó una innovación interesante: la contabilidad fantástica basada, es un decir, sobre futuribles. Una contabilidad surrealista que admite ulteriores aplicaciones.
De Guindos ha contabilizado con el mayor desparpajo la cifra de parados que se podían haber evitado si el gobierno de José Luis Rodríguez Zapatero hubiera aplicado la reforma laboral decretada por el de Mariano Rajoy.
Según explicó ayer el ministro en unas jornadas organizadas por El País y patrocinadas por Bankia la entidad que preside su antiguo jefe, Rodrigo Rato, si el Gobierno anterior hubiera hecho la reforma del que le ha sucedido España tendría hoy un millón de parados menos.Y lo dijo tres días después de que Mariano Rajoy avisara que este año se destruirán 630.000 puestos de trabajo más.
Ello significa una elevación de la tasa de paro sobre la población activa del 21,6 por ciento sufrida en 2011 al 24,3 previsto en el cuadro macroeconómico para el presente ejercicio.Una cifra terrible y de difícil asimilación social que no impide que Luis de Guindos vea “la luz al final del túnel”, una percepción escasamente contable de carácter igualmente visionaria.
Resulta oportuno recordar a este respecto las manifestaciones que no hace mucho formulara José Manuel González Páramo, miembro del Comité Ejecutivo del Banco Central Europeo (BCE) por decisión del Partido Popular del que Páramo espera un alto cargo.
Se extrañaba el consejero del BCE en una entrevista concedida a El País que un país con un paro del 22% “no esté levantado socialmente.”
Puestos a las contabilidades surrealistas me quedo a la expresada por Esteban González Pons en campaña electoral.
El vicesecretario General del PP Pons aseguró entonces que su partido aspiraba a crear tres millones y medio de puestos de trabajo, si ganara las elecciones del 20 de noviembre, gracias a la irrupción de un millón de nuevos empresarios.
sábado, 3 de marzo de 2012
sábado, 20 de junio de 2009
Xanana Gusmão...Político e primeiro-ministro timorense...hoje faz 63 anos...
Alexandre Kay Rala "Xanana" Gusmão (Manatuto, 20 de Junho de 1946) é um político timorense e um dos principais activistas pela independência de seu país, tendo sido durante largos anos chefe da resistência timorense, durante a ocupação indonésia. Foi o primeiro presidente da República de Timor-Leste, ocupando actualmente o cargo de primeiro-ministro.
Índice
1 Biografia
-1.1 Juventude
-1.2 Os anos antes da invasão indonésia
-1.3 Invasão indonésia, resistência e prisão
-1.4 Referendo e administração das Nações Unidas
-1.5 Eleição como presidente (2002) até a actualidade
-1.6 Vida privada
-1.7 Prémios e homenagens
2 Ligações externas
.
Esperanças Rasgadas
.
Timor
Jazigo de uma alma
Que não pereceu
Nas névoas
De uma história que se perdeu
Na distância das lendas
Timor
Montanha de ossos
De uma valentia
Que bocas guerreiras
Abençoaram seus filhos
Para a perenidade dos dias
Timor
Onde a morte
só se consagra no combate
Para deter a vida
E contar a história às crianças
Que nascem para recordar
Timor
Onde as flores
Também desabrocham
Para embelezar
as sepulturas desconhecidas
‘em noites frias, infindáveis’
Timor
Onde as pessoas
nascem para morrer
pela esperança
em rasgos de dor
em rasgos de carne
em rasgos de sangue
em rasgos de vida
em rasgos de alma
em rasgos
da própria liberdade
que se alcança..
com a morte!
.
Timor
Jazigo de uma alma
Que não pereceu
Nas névoas
De uma história que se perdeu
Na distância das lendas
Timor
Montanha de ossos
De uma valentia
Que bocas guerreiras
Abençoaram seus filhos
Para a perenidade dos dias
Timor
Onde a morte
só se consagra no combate
Para deter a vida
E contar a história às crianças
Que nascem para recordar
Timor
Onde as flores
Também desabrocham
Para embelezar
as sepulturas desconhecidas
‘em noites frias, infindáveis’
Timor
Onde as pessoas
nascem para morrer
pela esperança
em rasgos de dor
em rasgos de carne
em rasgos de sangue
em rasgos de vida
em rasgos de alma
em rasgos
da própria liberdade
que se alcança..
com a morte!
jueves, 18 de junio de 2009
Sílvio Romero...Foi Poeta, Filósofo e Político Brasileiro...
Sílvio Vasconcelos da Silveira Ramos Romero (Vila do Lagarto, Sergipe, 21 de abril de 1851 — 18 de junho de 1914) foi um crítico literário, ensaista, poeta, filósofo, professor e político brasileiro.Índice
1 Biografia
2 Obras
-2.1 Poesia
-2.2 Outros
3 Academia Brasileira de Letras
4 Referência
5 Ligações externas
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A Águia
.´
Falar com as nuvens que só têm segredos,
Falar com os astros que só têm mistérios,
— Foi sempre, águia sublime, o teu portento,
Mas dar às almas fortes novas forças,
Mais anelos, mais vida, mais grandezas,
Eis teu brilho supremo. Sempre altiva,
Pode nos corações novos abismos
Cavar terríveis, grandiosos, santos,
Tua vida selvage' impregnada
De etérea embriaguez. De sobre o cimo
Do monte alcantilado, onde repousas,
Nutre o teu pensamento enfastiado
Sede de ver o sol. Podes fitá-lo,
Podes beber mais brilho, e novos ímpetos
Sentir teu peito de heroísmos cheio.
Sim: dá-nos este exemplo: com fulgores
Nutrir a alma que definha e se aniquila
Tragada do negror que a sorte aninha.
Te insulta a tempestade; e arde a luta
Em que entras como atleta sobranceiro,
Mostrando na asa o teu problema escrito,
E nas garras o enigma da vida!
(...)
miércoles, 17 de junio de 2009
Médicos e Políticos...
Cinco cirurgiões discutiam sobre quais os melhores pacientes numa sala deoperaçõesDizia o primeiro:
- Gosto de operar contabilistas porque, quando os abres, todos os órgãosestão numerados e ordenados.
O segundo retorquiu:
- Sim, mas melhor são os electricistas porque todos os órgãos estãocodificados por cores. Não há qualquer risco de engano.
Ao que respondeu o terceiro:
- Qual quê!!! Os melhores são os bibliotecários. Dentro deles tudo estáordenado alfabeticamente.
O quarto cirurgião opinou:
- Não há como os mecânicos. Eles até já transportam uma reserva dos órgãos que são necessários substituir.
Finalmente, disse o quinto:
- Deixem-me discordar de todos vocês, meus caros companheiros mas, em minha opinião, os melhores pacientes para operar são os políticos. Não têm coração, não têm estômago nem tomates. Além disso, pode-se-lhes trocar o cérebro com o rabo que ninguém dá conta de nada ...
sábado, 16 de mayo de 2009
Ronald de Carvalho...foi um Poeta E Político Brasileiro...
Ronald de Carvalho (Rio de Janeiro, 16 de maio de 1893 — Rio de Janeiro, 15 de fevereiro de 1935), foi um poeta e político brasileiro.Biografia
Filho do capitão-tenente e engenheiro naval Artur Augusto de Carvalho e de Alice Paula e Silva Figueiredo de Carvalho, fez o curso secundário no Colégio Abílio.
Entrou na Faculdade Livre de Ciências Jurídicas e Sociais, fazendo bacharelado em 1912. Desde 1910 trabalhava como jornalista, no Diário de Notícias, cujo diretor era Ruy Barbosa.
Em sua ida para a Europa, cursou Filosofia e Sociologia em Paris. Ao voltar para o Brasil, entrou para o Itamaraty. Em 1922, participou da Semana de Arte Moderna, em São Paulo, movimento determinante do Modernismo brasileiro.
Em 1924, dirigiu a Seção dos Negócios Políticos e Diplomáticos na Europa. Durante a gestão de Félix Pacheco, esteve no México, como hóspede de honra daquele governo. Em 1926, foi oficial de gabinete do ministro Otávio Mangabeira.
Exerceu cargos diplomáticos de relevância, servindo na Embaixada de Paris, com o embaixador Sousa Dantas, por dois anos, e depois em Haia (Países Baixos). Retornou a Paris, de onde, em 1933, foi removido para o Rio de Janeiro.
Foi secretário da Presidência da República, cargo que ocupava quando morreu. ´
Em concurso realizado pelo Diário de Notícias, em 1935, foi eleito Príncipe dos Prosadores Brasileiros, em substituição a Coelho Neto. Colaborou, com destaque, em O Jornal.
Casou com Leilah Accioly de Carvalho, com quem teve quatro filhos.
Faleceu no Rio de Janeiro, em 15 de fevereiro de 1935, vítima de acidente automobilístico, ocorrido em 19 de janeiro.
Obras
Luz Gloriosa (1913)
Pequena História da Literatura Brasileira (1919)
Poemas e Sonetos (1919)
Epigramas Irônicos e Sentimentais (1922...
Toda a América (1926)
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Écloga tropical
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Entre a chuva de ouro das carambolas
e o veludo polido das jabuticabas,
sobre o gramado morno,
onde voam borboletas e besouros,
sobre o gramado lustroso
onde pulam gafanhotos de asas verdes e vermelhas,
.
Salta uma ronda de crianças!
Salta uma ronda de crianças!
O ar é todo perfume,
perfume tépido de ervas, raízes e folhagens.
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O ar cheira a mel de abelhas...
O ar cheira a mel de abelhas...
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E há nos olhos castanhos das crianças
E há nos olhos castanhos das crianças
a doçura e o travor das resinas selvagens,
e há nas suas vozes agudas e dissonantes
um áureo rumor de flautas, de trilos, de zumbidos
e de águas buliçosas...
miércoles, 13 de mayo de 2009
Não é a crise que nos destrói. É o dinheiro...
Nada no mundo me faria revelar o nome de quem relatou este episódio. É oportuno divulgá-lo agora porque o parlamento abriu as comportas do dinheiro vivo para o financiamento dos partidos.O que vou descrever foi-me contado na primeira pessoa. Passou-se na década de oitenta. Estando a haver grande dificuldade na aprovação de um projecto, foi sugerido a uma empresária que um donativo partidário resolveria a situação. O que a surpreendeu foi a frontalidade da proposta e o montante pedido.
Ela tinha tentado mover influências entre os seus conhecimentos para desbloquear uma tramitação emperrada num labirinto burocrático e foi-lhe dito sem rodeios que se desse um donativo de cem mil Contos "ao partido" o projecto seria aprovado.
O proponente desta troca de favores tinha enorme influência na vida nacional.
Seguiu-se uma fase de regateio que durou alguns dias. Sem avançar nenhuma contraproposta, a empresária disse que por esse dinheiro o projecto deixaria de ser rentável e ela seria forçada a desistir. Aí o montante exigido começou a baixar muito rapidamente.
Chegou aos quinze mil Contos, com uma irritada referência de que era "pegar ou largar".
Para apressar as coisas e numa manifestação de poder, nas últimas fases da negociação o político facilitador surpreendeu novamente a empresária trazendo consigo aos encontros um colega de partido, pessoa muito conhecida e bem colocada no aparelho do Estado. Este segundo elemento mostrou estar a par de tudo. Acertado o preço foram dadas à empresária instruções muito específicas.
O donativo para o partido seria feito em dinheiro vivo com os quinze mil Contos em notas de mil Escudos divididos em três lotes de cinco mil. Tudo numa pasta. A entrega foi feita dentro do carro da empresária. Um dos políticos estava sentado no banco do passageiro, o outro no banco de trás. O da frente recebeu a pasta, abriu-a, tirou um dos maços de cinco mil Contos e passou-a para trás dizendo que cinco mil seriam para cada um deles e cinco mil seriam entregues ao partido.
O projecto foi aprovado nessa semana. Cumpria-se a velha tradição de extorsão que se tornou norma em Portugal e que nesses idos de oitenta abrangia todo o aparelho de Estado.
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Rui Mateus no seu livro, Memórias de um PS desconhecido (D. Quixote 1996), descreve extensivamente os mecanismos de financiamento partidário, incluindo o uso de contas em off shore (por exemplo na Compagnie Financière Espírito Santo da Suíça - pags. 276, 277) para onde eram remetidas avultadas entregas em dinheiro vivo.
Estamos portanto face a uma cultura de impunidade que se entranhou na nossa vida pública e que o aparelho político não está interessado em extirpar. Pelo contrario.
Sub-repticiamente, no meio do Freeport e do BPN, sem debate parlamentar, através de um mero entendimento à porta fechada entre representantes de todos os partidos, o país político deu cobertura legal a estes dinheiros vivos elevados a quantitativos sem precedentes.
Face ao clamor público e à coragem do voto contra de António José Seguro do PS, o bloco central de interesses afirma-se agora disposto a rever a legislação que aprovou. É tarde.
Com esta lei do financiamento partidário, o parlamento, todo, leiloou o que restava de ética num convite aberto à troca de favores por dinheiro. Em fase pré eleitoral e com falta de dinheiro, o parlamento decidiu pura e simplesmente privatizar a democracia.
Mário Crespo
in JN
martes, 12 de mayo de 2009
Manuel Alegre...Poeta e Político...Faz hoje 73 anos...
Manuel Alegre de Melo Duarte (Águeda, 12 de Maio de 1936) é um poeta e político português.Foi opositor do regime salazarista e esteve exilado na Argélia durante o período do Estado Novo. É membro destacado do Partido Socialista português, partido do qual foi fundador e Vice-Presidente e pelo qual é deputado na Assembleia da República.
Biografia
Estudou Direito na Universidade de Coimbra. Desde muito cedo demonstrou os seu ideais políticos. Cumpriu o serviço militar na guerra colonial em Angola. Nessa altura, foi preso pela polícia política (PIDE) por se revoltar contra a guerra.
Paralelamente à carreira política, produziu larga obra literária que lhe conferiu notoriedade dentro do país, destacando-se sobretudo a sua obra poética.
Nunca chegou a concluir a licenciatura em Direito.
Recebeu numerosos prémios literários e o Prémio Pessoa em 1999. Em 2005 é académico correspondente da Academia das Ciências de Lisboa.
Também recebeu o primeiro prémio do Festival RTP da Canção, com seu poema Uma flor de verde pinho, musicada por José Niza e cantada por Carlos do Carmo, vencendo canções de Ary dos Santos.
Foi Secretário de Estado da Comunicação Social e Porta Voz do 1.º Governo Constitucional. Concorreu em 2004 às eleições internas para Secretário-Geral do PS, tendo perdido para José Sócrates.
Em Setembro de 2005 anunciou a sua candidatura às eleições para a Presidência da República realizadas em 22 de Janeiro de 2006. Alegre obteve 20,72% dos votos, não conseguindo evitar a vitória à primeira volta de Cavaco Silva, mas conseguindo uma vantagem de cerca de 6% dos votos expressos sobre Mário Soares, candidato oficial do Partido Socialista.
Após as eleições, formou um movimento cívico, denominado Movimento de Intervenção e Cidadania.
Apesar de frequentes intervenções nas quais insinuou a possibilidade da formação de um novo partido político à esquerda do Partido Socialista, Manuel Alegre tem permanecido nas fileiras do seu partido e do seu grupo parlamentar.
Esta escolha não o impediu, porém, em diferentes ocasiões, de alinhar o seu voto com os do Partido Comunista Português e do Bloco de Esquerda contra a orientação política do seu próprio partido.
Índice
1 Obra
-1.1 Poesia
-1.2 Ficção
-1.3 Outros
2 Candidatura à presidência em 2006
3 Ligações Externas
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Última Página
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Vou deixar este livro. Adeus.
Aqui morei nas ruas infinitas.
Adeus meu bairro página branca
onde morri onde nasci algumas vezes.
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Adeus palavras comboios
adeus navio. De ti povo
não me despeço. Vou contigo.
Adeus meu bairro versos ventos.
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Não voltarei a Nambuangongo
onde tu meu amor não viste nada. Adeus
camaradas dos campos de batalha.
Parto sem ti Pedro Soldado.
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Tu Rapariga do País de Abril
tu vens comigo. Não te esqueças
da primavera. Vamos soltar
a primavera no País de Abril.
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Livro: meu suor meu sangue
aqui te deixo no cimo da pátria
Meto a viola debaixo do braço
e viro a página. Adeus.
jueves, 30 de abril de 2009
Político e Ladrão...
Millôr Fernandes lançou um desafio através de uma pergunta: - Qual a diferença entre Político e Ladrão ?
Chamou muita atenção a resposta enviada por um leitor :
- Caro Millôr, após longa pesquisa cheguei a esta conclusão :
A diferença entre o político e o ladrão é que um eu escolho, o outro me escolhe. Estou certo ? Fábio Viltrakis, Santos-SP.
Eis a réplica do Millôr :
- Puxa, Viltrakis, você é um gênio... Foi o único que conseguiu achar uma diferença !
Oliveira Martins...foi Historiador, Antropólogo e Político...
Joaquim Pedro de Oliveira Martins (Lisboa, 30 de Abril de 1845 — Lisboa, 24 de Agosto de 1894) foi um político e cientista social português.Oliveira Martins é uma das figuras-chave da história portuguesa contemporânea. As suas obras marcaram sucessivas gerações de portugueses, tendo influenciado vários escritores do século XX, como António Sérgio, Eduardo Lourenço ou António Sardinha.
Biografia
Órfão de pai, teve uma adolescência difícil, acabando por abandonar precocemente os estudos e empregar-se no comércio.
Em 1870 exerceu funções de administrador de uma mina na Andaluzia, em Espanha, onde permaneceu durante quatro anos. Em 1884 regressou a Portugal para dirigir a construção da via férrea do Porto à Póvoa de Varzim e a Vila Nova de Famalicão.
Em 1880 foi eleito presidente da Sociedade de Geografia Comercial do Porto e, quatro anos depois, director do Museu Industrial e Comercial do Porto. Mais tarde desempenhou as funções de administrador da Régie dos Tabacos, da Companhia de Moçambique, e fez parte da comissão executiva da Exposição Industrial Portuguesa.
Foi deputado em 1883, eleito por Viana do Castelo, e em 1889 pelo círculo do Porto. Em 1892 foi convidado para a pasta da Fazenda, no ministério que se organizou sob a presidência de Dias Ferreira, e em 1893 foi nomeado vice-presidente da Junta do Crédito Público.
Elemento animador da Geração de 70, revelou uma elevada plasticidade às múltiplas correntes de ideias que atravessaram o seu século.
Oliveira Martins colaborou nos principais jornais literários e científicos de Portugal, assim como nos políticos e socialistas. A sua vasta obra começou com o romance Febo Moniz, publicado em 1867, e estende-se até à sua morte, em 1894.
Na área das ciências sociais escreveu, por exemplo, Elementos de Antropologia, de 1880, Regime das Riquezas, de 1883, e Tábua de Cronologia, de 1884.
Das obras históricas há a destacar História da Civilização Ibérica e História de Portugal, em 1879, O Brasil e as Colónias Portuguesas, de 1880, e Os Filhos de D. João I, de 1891.
A sua obra suscitou sempre controvérsia e influenciou a vida política portuguesa, mas também historiadores, críticos e literatos do seu tempo e do século XX.
Defendia a tese, no entanto, de que os povos formados a partir do negro e do índio eram incapazes para o progresso
domingo, 26 de abril de 2009
Coisas do Arco-da-Velha...
Há episódios na política que nos mostram quanto a memória é curta.O caso das eventuais “pressões” sobre magistrados no caso Freeport é um deles.
Quem se lembrava que o actual Ministro da Justiça fora demitido de director dos assuntos de justiça do Governo de Macau acusado de pressionar um juiz de instrução criminal num caso de peculato que, ao tempo, envolvia dois companheiros socialistas?
Aconselhava o bom senso que, com um passado assim, não voltasse o político a ocupar pastas na Justiça? E menos ainda a ser ministro?
Talvez, mas a memória não resistiu a 21 anos de branqueamento. Eis a espantosa explicação do próprio sem ponta de remorso.
A alegada pressão não passara de uma mera explicação técnica fornecida ao juiz para evitar que ele persistisse “no erro” de manter em prisão preventiva os dois acusados.
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E Lopes da Mota?
Alguém sabia o nome do magistrado acusado de fornecera Fátima Felgueiras documentos do processo em que estava envolvida?Alguém suspeitava sequer que poderia ser ele o elemento de ligação entre a investigação britânica e portuguesa no caso Freeport?
Um ex-secretário de Estado socialista? Aconselhava o bom senso que o político não tivesse regressado à sua actividade de magistrado?
Talvez, mas a ninguém ocorreu manter viva a memória.
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O país está doente e o diagnóstico aponta para um estado avançado da doença de Alzheimer.
Só isto explica que, depois de condenado por corrupção, Domingos Névoa possa ter sido nomeado presidente de uma empresa municipal com aval unânime dos maiores partidos.
Até aqui, foi precisa a pressão dos média para o próprio se lembrar do facto e…renunciar ao cargo.
Graça Franco
in RR
miércoles, 22 de abril de 2009
Francisco Martins...Foi o fundador do movimento Marxista-Leninista nacional...
Francisco Martins Rodrigues (Moura, 1927 - Lisboa, 22 de Abril de 2008) foi um político português, fundador do primeiro movimento marxista-leninista nacional.Filho de um oficial do exército expulso por ser oposicionista ao governo, Francisco Martins iniciou o seu percurso político em 1949 no Movimento de Unidade Democrática (MUD), após a deslocação da família para Lisboa, onde estuda até ao 6º ano do liceu e trabalha, primeiro numa livraria e depois como aprendiz de mecânico na TAP.
Francisco Martins Rodrigues intervém nas X Jornadas Independentistas Galegas, decorridas na Galiza, a 18 de Março de 2006.
Índice
1 Actividade opositora, primeiras detenções e incorporação ao PCP
-1.1 Fuga de Peniche
2 Ruptura com o PCP, prisão, torturas e 25 de Abril
3 Fundação da UDP
4 Revista comunista Politica Operária
5 Obras
-5.1 Obras disponíveis on line
6 Ligações externas
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