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martes, 8 de mayo de 2012

António José da Silva..."O Judeu"...Foi Dramaturgo e Escritor...


António José da Silva, o judeu, nascido no Brasil colónia, (Rio de Janeiro, 8 de Maio de 1705 - Lisboa, 19 de Outubro de 1739) nasce numa fazenda nos arredores do Rio de Janeiro e muda-se para a Candelária com a família. Batizado, mas de origem judaica, será levado à Lisboa, vítima de perseguição que dizimará a comunidade dos cristãos-novos do Rio de Janeiro em 1712. Dramaturgo e escritor, será preso pela Inquisição portuguesa junto com a mulher grávida, Leonor Maria, a mãe, tia, o irmão André e sua mulher e será queimado em fogueira. A sua vida é retratada no filme luso-brasileiro O Judeu (1995).

Índice



martes, 27 de marzo de 2012

Enrique Santos Discépolo...Fue compositor, músico, dramaturgo y cineasta argentino...


Enrique Santos Discépolo Deluchi, conocido como Discepolín, fue compositor, músico, dramaturgo y cineasta argentino, (27 de marzo de 1901 - 23 de diciembre de 1951).
Su hermano, Armando Discépolo, fue un destacado director teatral y dramaturgo.
Contenido
1 Biografía
2 Trayectoria
3 Actor
4 Tangos
5 Referencias
6 Enlaces externos
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UNO
(Tango)
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Uno busca lleno de esperanza
el camino que los sueños
prometieron a sus ansias.
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Sabe que la lucha es cruel y es mucha
pero lucha y se desangra
por la fe que lo empecina.´.
.
Uno va arrastrándose entre espinas
y en su afán de dar su amor,
sufre y se destroza hasta entender
que uno se ha quedao sin corazón.
.
Precio de castigo que uno entrega
por un beso que no llega
a un amor que lo engañó.
Vacío ya de amar y de llorar
tanta traición.
(...)

martes, 20 de marzo de 2012

Antonio Fernández Molina...Fue un Poeta y Dramaturgo Español...


Antonio Fernández Molina (Alcázar de San Juan, Provincia de Ciudad Real, 1929 - Zaragoza, 2007) fue poeta, narrador, ensayista, traductor, dramaturgo, crítico de arte y artista. Biografía
Abandonó su trabajo de maestro para dedicarse por completo a la literatura y al arte. Vinculado al Postismo, Antonio Fernández Molina fue secretario de redacción de la revista Papeles de son Armadans, dirigida por Camilo José Cela en Mallorca.
Realizó una singular obra tanto en la narrativa (con obras como El león recién salido de la peluquería o En Cejunta y Gamud), como en la poesía (recopilada en tres tomos de Poesías completas), como en el teatro y como en el ensayo (donde destacó con obras sobre la Generación del 98, sobre Salvador Dalí o sobre la obra literaria de Pablo Picasso).
También llevó a cabo una extensa obra como artista plástico, en la que destacaba su particular sentido del color. Trabó muy buena amistad con Miguel Labordeta, lo que le decidió a instalarse en Zaragoza, donde desarrolló buena parte de su obra.
En Zaragoza conoció a Carlos Sierra Perez, al cual ayudo en buena parte a su revista "Laberinto". Tras el fallecimiento de Antonio Fernandez Molina, Carlos propuso la creación de un Centro Cívico en Alagón el cual finalmente se creo, hoy día en el Centro cívico A.F.Molina en Alagon(Zaragoza) se crean constantes exposiciones y presentaciones literarias.
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El cordón de la lluvia
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El viento desata de repente el cordón de la lluvia. Las sombras parecen danzar en la habitación al ritmo de pisadas de hormigas gigantes por encima del techo.
Desde el espejo cae un rayo de luz azul sobre la alfombra. Gordas y tibias gotas de lluvia golpean en las tejas. Se moja el rostro de un arcángel pintado en la fachada de la casa.
La luna lo observa embobada.

sábado, 10 de marzo de 2012

Leandro Fernández de Moratín...Fue un Poeta y Dramaturgo Español...


Leandro Fernández de Moratín (Madrid, 10 de marzo de 1760 - París, 2 de junio de 1828) fue un dramaturgo y poeta español, el más relevante autor de teatro del siglo XVIII español.
Contenido
1 Biografía
2 Obra dramática
2.1 Teoría de la comedia
2.2 El viejo y la niña
2.3 La comedia nueva
2.4 El barón
2.5 La mojigata
2.6 El sí de las niñas
3 La derrota de los pedantes
4 Obra poética
5 Referencias
5.1 Notas
5.2 Bibliografía
6 Véase también
7 Enlaces externos
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La despedida
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Nací de honesta madre: diome el Cielo
fácil ingenio en gracias, afluente:
dirigir supo el ánimo inocente
a la virtud, el paternal desvelo.
.
Con sabido estudio, infatigable anhelo,
pude adquirir coronas a mi frente:
la corva escena resonó en frecuente
aplauso, alzando de mi nombre el vuelo.
.
Dócil, veraz: de muchos ofendido,
de ninguno ofensor, las Musas bellas
mi pasión fueron, el honor mi guía.
.
Pero si así las leyes atropellas,
si para ti los méritos han sido
culpas; adiós, ingrata patria mía.

viernes, 5 de junio de 2009

Federico García Lorca...foi Poeta e Dramaturgo Espanhol...

Federico García Lorca (Fuente Vaqueros, 5 de junho de 1898Granada, 19 de agosto de 1936) foi um poeta e dramaturgo espanhol, e uma das primeiras vítimas da Guerra Civil Espanhola.
Biografia
Nascido numa pequena localidade da
Andaluzia, García Lorca ingressou na faculdade de Direito de Granada em 1914, e cinco anos depois transfere-se para Madri, onde ficou amigo de artistas como Luis Buñuel e Salvador Dali e publicou seus primeiros poemas.
Grande parte dos seus primeiros trabalhos se baseiam em temas relativos à Andaluzia (Impressões e Paisagens, 1918), à
música e ao folclore regionais (Poemas do Canto Fundo, 1921-1922) e aos ciganos (Romancero Gitano, 1928)
Concluído o curso, foi para os
Estados Unidos da América e para Cuba, período de seus poemas surrealistas, manifestando seu desprezo pelo modus vivendi estadunidense.
Expressou seu horror com a brutalidade da civilização mecanizada nas chocantes imagens de Poeta em Nova Iorque, publicado em 1940.
Voltando à Espanha, criou um grupo de
teatro chamado La Barraca. Não ocultava suas idéias socialistas e, com fortes tendências homossexuais, foi certamente um dos alvos mais visados pelo conservadorismo espanhol que, sob forte influência católica, ensaiava a tomada do poder, dando início a uma das mais sangrentas guerras fratricidas do século XX.
Intimidado, Lorca retornou para Granada, na Andaluzia, na esperança de encontrar um refúgio. Ali, porém, teve sua prisão determinada por um deputado católico, sob o argumento (que tornou-se célebre) de que ele seria "mais perigoso com a caneta do que outros com o revólver".
Assim, num dia de agosto de 1936, sem julgamento, o grande poeta foi executado com um tiro na nuca pelos
nacionalistas, e seu corpo foi jogado num ponto da Serra Nevada. Segundo algumas versões, ele teria sido fuzilado de costas, em alusão a sua homossexualidade .
A caneta se calava, mas a Poesia nascia para a eternidade - e o crime teve repercussão em todo o mundo, despertando por todas as partes um sentimento de que o que ocorria na Espanha dizia respeito a todo o planeta... foi um prenúncio da Segunda Guerra Mundial
Assim como muitos artistas - e a obra
Guernica, de Pablo Picasso -, durante o longo regime ditatorial do Generalíssimo Franco, suas obras foram consideradas clandestinas na Espanha.
Com o fim do regime, e a volta do país à
democracia, finalmente sua terra natal veio a render-lhe homenagens, sendo hoje considerado o maior autor espanhol desde Miguel de Cervantes
Lorca tornou-se o mais notável numa constelação de poetas surgidos durante a guerra, conhecida como "geração de 27", alinhando-se entre os maiores poetas do século XX.
Foi ainda um excelente pintor, compositor precoce e pianista. Sua música se reflete no ritmo e sonoridade de sua obra poética. Como dramaturgo, Lorca fez incursões no drama histórico e na farsa antes de obter sucesso com a tragédia.
As três tragédias rurais passadas na Andaluzia, Bodas de Sangue (1933), Yerma (1934) e A Casa de Bernarda Alba (1936) asseguraram sua posição como grande dramaturgo.
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O POETA PEDE AO SEU AMOR QUE LHE ESCREVA
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Amor de minhas entranhas, morte viva,
em vão espero tua palavra escrita
e penso, com a flor que se murcha,
que se vivo sem mim quero perder-te.
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O ar é imortal. A pedra inerte
nem conhece a sombra nem a evita.
Coração interior não necessita
o mel gelado que a lua verte.
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Porém eu te sofri. Rasguei-me as veias,
tigre e pomba, sobre tua cintura
em duelo de kordiscos e açucenas.
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Enche, pois, de palavras minha loucura
ou deixa-me viver em minha serena
noite da alma para sempre escura.

viernes, 8 de mayo de 2009

António José da Silva...foi Escritor e Dramaturgo...

António José da Silva (Rio de Janeiro, 8 de Maio de 1705Lisboa, 18 de Outubro de 1739) foi um dramaturgo e um escritor português nascido no Brasil, de religião judaica, que viveu numa época em que os judeus eram perseguidos em Portugal e nas suas colónias, tendo por isso que mentir e se afirmar católico
Biografia
Nasceu em 1705 no Rio de Janeiro. O pai era advogado e poeta, tendo conseguido manter a sua fé judaica secretamente. Sua mãe, Lourença Coutinho foi menos bem sucedida. Foi acusada de ser judia e foi deportada para Portugal onde foi processada pela Inquisição. O pai de António decidiu então partir para Portugal, para estar próximo de sua mulher, levando o jovem António consigo.
António José da Silva estudou Direito na
Universidade de Coimbra, onde se inscreveu em 1725/6. Interessado pela dramaturgia, escreveu uma sátira, o que serviu de pretexto às autoridades para o prender. António foi acusado de práticas judaizantes.
Foi torturado, tendo ficado parcialmente inválido durante algumas semanas, o que o impediu de assinar a sua "reconciliação" com a Igreja Católica, acabando por o fazer em auto-de-fé. Finalmente libertaram-no.
António José da Silva iniciou-se na advocacia mas acabaria por se dedicar à escrita, tendo-se tornado o mais famoso dramaturgo português do seu tempo.
Foi um escritor
prolífico, tendo escrito sátiras critizando os ridículos da sociedade portuguesa contemporânea. As suas comédias ficaram conhecidas como a obra do "Judeu" e foram encenadas frequentemente naquela Portugal dos anos de 1730.
A sua obra seria publicada em 1744, em dois volumes, na série que ostenta o título "Theatro comico portuguez".
António José da Silva foi amigo de
Alexandre de Gusmão, conselheiro do Rei D. João V.
Em 1737, António foi preso pela Inquisição, juntamente com a mãe e a esposa (Leonor de Carvalho, que era sua prima e também judia e com quem casara em 1728). A mãe e a mulher seriam libertadas posteriormente.
António José da Silva foi novamente torturado. Descobriram que era circuncisado. Uma escrava negra testemunhou que ele observava o Shabbat.

O processo decorreu com notória má-fé por parte do tribunal e António José da Silva é condenado, apesar de a leitura da sentença deixar transparecer que ele não seria, de facto, judaizante.
Como era regra com os prisioneiros que, condenados, afirmavam desejar morrer na fé católica, António José da Silva foi garrotado antes de ser queimado num
Auto-de-Fé em Lisboa em Outubro de 1739. Sua mulher, que assistiu à sua morte, morreria pouco depois.
A história deste autor inspirou
Bernardo Santareno, ele próprio de origem judaica, a escrever a peça "O Judeu".
Mais recentemente, a vida de António José da Silva foi encenada por
Jom Tob Azulay no filme "O Judeu", de 1995.
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De amor todo abrasado
me sinto que louco
e aflito pouco a pouco
me vai faltando a vida,
me vai matando a dor
Ah, querida, ingrata Alcmena,
quanto susto e quanta pena
me provoca o teu rigor!
(de Anfitrião)

miércoles, 6 de mayo de 2009

José Campos de Figueiredo...Foi Poeta, Ensaísta e Dramaturgo...

José Campos de Figueiredo (Cernache, 6 de Maio de 1899Coimbra, 28 de Novembro de 1965), foi um poeta, ensaísta e dramaturgo português.
Campos de Figueiredo foi director da
revista Conímbriga e da revista Tríptico, tendo ainda colaborado na Gazeta de Coimbra, no Instituto de Coimbra e no Diário de Coimbra.
O poeta utilizou como
pseudónimo o nome Paulo Prates.
a obra de Campos de Figueiredo situa-se:

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"muito à margem de escolas literárias, indiferente a seus tabus, ídolos e superstições"
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David Mourão-Ferreira
Prémios
Prémio Antero de Quental (poesia) com "Navio na Montanha"
Prémio Ricardo Malheiros com "Obed"
Obras
Jardim Fechado (1922)
Poemas do Instante e do Eterno (1934)
Reino de Deus (1939)
Navio na Montanha (1942)
O Primeiro Milagre de Jesus (1942) (teatro)
Biografia Literária de Manuel da Silva Gaio (1943)
Obed (1947)
Caim (1952)
A Actual Poesia Portuguesa (1956)
Cancioneiro do Amor, Imagem do Dia (1958)
Canções do Figueiral (1959)
Santa Luzia (1962)
O Necessário Encontro (1963)
Augúrio do Infante (1963)
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Autocrítica
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Senhor! nunca me vi nem conheci
Dentro do negro abismo onde se esconde
O meu segredo humano, nem sei onde
Começa e acaba o que provém de ti!
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Sei que errei o caminho e me perdi!
Agora, embora chame e grite e sonde,
No meu longo deserto, só responde
Ao longe, a voz do mar que nunca vi.
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Em vão chamo por mim, em vão procuro
A luz que me pertence e que cintila
No fundo inquieto deste abismo escuro;
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- Fio de água sumido nas areias,
-Vejo estátuas dramáticas de argila
Com dedadas fatais de mãos alheias!