Mostrando entradas con la etiqueta Salários. Mostrar todas las entradas
Mostrando entradas con la etiqueta Salários. Mostrar todas las entradas

miércoles, 6 de mayo de 2009

Salários reais vão cair apesar da baixa dos preços...

A Comissão Europeia estima que Portugal e Irlanda vão ser os únicos países da Zona Euro com reduções reais nas remunerações em 2009. Os salários reais em Portugal vão cair 0,4%, isto apesar de uma diminuição de 0,3% nos preços. É a quarta vez em 30 anos que isto acontece, e uma das principais causas pode ser o aumento vertiginoso de processos de "lay-off".
.
A última vez que os salário real (diferença entre o aumento do salário e o aumento da inflacção) diminuiu foi em 2006 mas, nesse ano, a inflação foi de 3%. Agora, com uma deflacção (de 0,3%) os salários reais vão diminuir 0,4%, o que significa um decréscimo em termos de absolutos de cerca de 0.7% nos ordenados.
.
Portugal e Irlanda são as duas únicas economias da Zona Euro com reduções reais nas remunerações. A economia irlandesa deverá contrair 9% em 2009, mais do dobro dos 3,7% esperados para a economia nacional.
.
A comissão europeia não esclarece as razões para esta contracção nas remunerações, mas a edição desta terça-feira do jornal de negócios avança como um dos contributos para esta situação o vertiginoso aumento do número de processos de "lay-off" (acordos de redução temporária do tempo de trabalho e consequente corte salarial).
Entre Janeiro e Abril já foram afectados mais de 10.500 trabalhadores por este tipo de processo, quatro vezes mais que o total de 2008.
in Esquerda.net
.
Não há volta a dar-lhe...É a nossa sina, com os políticos que nos governam...

jueves, 30 de abril de 2009

Salários devem ou não baixar?...

Para Portugal ganhar competitividade é preciso reduzir as remunerações?
José Silva Lopes acha que sim, para combater o desemprego. Jorge Santos diz que não, sob pena de não haver estímulos para ganhar produtividade
Num debate vivo, os dois economistas analisam o impacte dos salários na competitividade da economia portuguesa, e apontam caminhos para reduzir o défice externo e para Portugal enfrentar a crise e o aumento do desemprego, que ambos consideram inevitável.