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martes, 6 de marzo de 2012

Partidos e povo...O Costume...


Fechar hospitais, centros de saúde, escolas e tribunais só isola cada vez mais
as populações. É isso que os governos têm feito neste país.
Mas, vai uma aposta?,
isso e outros ataques ao povo, não fazem mossa nos partidos que nos
desgovernam.
Quando houver eleições,os partidos do costume continuarão a vencer
eleições, continuarão a mandar.
O povo não aprende.

jueves, 18 de junio de 2009

Silêncio...

Um manto de silêncio caiu sobre os resultados das europeias.
Tirando o CDS, que prosseguiu a ‘missão BPN’, agora ainda mais anti-Vítor Constâncio, e avançou com projecto de lei sobre sondagens, tudo o mais parece em ressaca.
BE e PCP medem efeitos e reganham balanço.
PSD limita-se a lembrar, em cartazes, que não baixa os braços. Versão humilde, em tempo de vitória.
O PS – esse – está entre a digestão da derrota e a ponderação da saída (depois de Sócrates ter deitado fora a hipótese de mea culpa, estilo Cavaco em autárquicas de 1989).
Na dúvida, o silêncio convém-lhe.
A ver se os portugueses se esquecem de dia 7. Com semana de ‘pontes’ pelo meio.
Só que não se esquecem. E precisam de muitas e boas razões para esfriarem a indignação (para não dizer saturação).
Marcelo Rebelo de Sousa
in Sol

jueves, 14 de mayo de 2009

Os partidos estão a brincar connosco...

As contas dos partidos são campo fértil para todo o tipo de demagogia barata. Mas a nova lei do financiamento partidário e as contas das Europeias só podem ser uma brincadeira de mau gosto. Afinal, os partidos estão ricos. Com o nosso dinheiro.É só fazer as contas, como diria o saudoso engenheiro Guterres.
Na campanha das Europeias, esse acontecimento que deixa metade do país na praia e a outra metade na indiferença, os partidos vão esmerar-se no descaramento. Vão gastar mais do dobro do que em 2004.
O cenário é assustador e muito claroO Bloco de Esquerda vai gastar mais 301% (sim, leu bem, trezentos e um por cento) para arranjar companhia a Miguel Portas em Bruxelas.
Não sei porquê, mas quando vejo estes números lembro-me dos adjectivos superlativos que os dirigentes do Bloco reservam à ganância do grande patronato.O frugal PCP vai gastar mais 185% para eleger a eterna Ilda Figueiredo e uma lista cheia de professores da Fenprof.O PSD, que tem uma líder que faz metáforas com Ferraris e que passa o dia a chamar a atenção para o dinheiro que não temos, vai gastar mais 95%. Não sei se o Paulo Rangel contratou os Megadeth para animar os comícios, talvez seja isso...O CDS chamou a atenção para este escândalo e é o mais poupadinho. Mas não resiste a subir 27% nos gastos. O PS, que costuma ser o rei deste pandemónio, aguentou nos 9% e passa a segundo no despesismo, graças ao devaneio momentâneo do PSD.
O mais bizarro é que tudo isto acontece quando o Presidente da República apelou à contenção de gastos na campanha. Os partidos pura e simplesmente ignoraram Cavaco. E, neste caso, ignorar Cavaco é ignorar o país inteiro. É brincar connosco.
Além de decidirem gastar muito mais numa altura em que todos gastamos muito menos, ainda aprovaram (por unanimidade, claro) a nova lei de financiamento partidário. Uma lei que volta a abrir as portas ao dinheiro vivo, o paraíso da corrupção, que tem artigos mal feitos, e que pura e simplesmente permite aos partidos passarem pela crise sem darem por ela.
Os partidos choram o fecho de fábricas e a falência de bancos, vivem da crise e para a crise. Mas deixam-na para nós. Eles, coitados, não conseguem viver sem o Quim Barreiros num comício, cartazes foleiros à beira das estradas e coisas 'à Obama'.
Nós vivemos pior, com menos dinheiro mas com a conta do banco escancarada, com orçamentos reduzidos mas com impostos galopantes, com leis feitas à pressa mas com multas pesadas, com liberdade mas com chips nas matrículas.
No meio disto o Parlamento discute a vida dos animais no circo. Compreendo: se me aumentarem o orçamento do Expresso em 301%, também me vou preocupar com assuntos patetas.
Ricardo Costa
in Expresso

domingo, 10 de mayo de 2009

Contra a Lei do Financiamento dos Partidos...

Contra a "Lei dos Financiamento dos Partidos" e as aberturas que faz à entrada de dinheiro sujo nos Partidos Políticos, proveniente da corrupção e do tráfico de interesses, reenvie a todos os seus contactos esta mensagem, pedindo-lhes que acedam a:
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http://www.presidencia.pt/?action=3
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e que façam Paste desta mensagem:
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"Senhor Presidente da República, Aníbal Cavaco Silva,
Na minha qualidade de cidadão eleitor da República Portuguesa, venho requer-lhe que não promulgue a revisão à Lei do Financiamento dos Partidos e das Campanhas Eleitorais" que tem agora em análise e cuja promulgação irá na opinião de muitos respeitados cidadãos, e de mim próprio, abrir as portas a uma degradação ainda maior da política em Portugal e potenciar a multiplicação de fenómenos de corrupção como aqueles que são infelizmente comuns no nosso País.
Grato pela atenção."
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Ou que redijam outra mensagem que acharem mais adequada.Fazendo depois, naturalmente, o mesmo...
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Exerça a sua cidadania!
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Não deixe que governem por si!
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De igual, forma, assine também a:
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petição em prol de uma verdadeira democracia representativa
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http://www.gopetition.com/online/26885.html
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De forma a que os partidocratas que de uma forma raramente unânime cozinharam esta muito suspeitosa Lei sejam varridos da cena política e se faça em Portugal uma verdadeira revolução do sistema político decrépito e ineficiente que nos tem des-governado.
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--MIL: MOVIMENTO INTERNACIONAL LUSÓFONO