domingo, 29 de julio de 2012
Sinfoneta...
Doravante, alguém que deva mais de 75 euros em gás e electricidade terá o seu nome numa lista negra. É pobre ou desempregado? Paciência. A dívida é um erro? Azar. Chegou a época da perseguição e do vexame público.
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Num contexto de crise, em que os custos da electricidade aumentaram 25% no último ano, é disto que o governo se lembra. Em cima da austeridade, mais medidas anti-sociais. Mas já não se lembra que se trata de monopólios que, com as tarifas mais altas da Europa, sobrecarregam famílias e matam a economia. Aliás, foi preciso vir alguém de fora para que se falasse de cortar as rendas da energia e de combater dos abusos neste sector.
Claro que governo e António Mexia estão do mesmo lado. Este último já veio defender a lista da vergonha, enquanto desvalorizou a recomendação europeia de ir mais longe no corte das tais rendas de casino. Só gente grande, está visto. E enquanto a EDP lhe leva coiro e cabelo, financia tudo o que é festival de Verão. Deve ser por causa da feroz competição a que está sujeita. É rock, pop, clássica, étnica, popular e jazz. A EDP dá-lhe música e Passos Coelho bate palmas. Quanto pesará na sua factura?
Pobres juízes...
A Associação Nacional de Bombeiros anunciou,
pela voz do seu presidente, Fernando Curto, que iria processar criminalmente
Jardim por este ter considerado uma "estranha coincidência" que a eclosão dos
incêndios na Madeira se tenha verificado após afirmações suas sobre existirem
bombeiros a mais na Região. (Eu processá-lo-ia mais depressa por ter qualificado
os incêndios de "dantescos", mas isso sou eu).
O Governo Regional da Madeira anunciou que irá, por sua vez,
processar Curto por este ter processado Jardim, vendo insinuações nas suas
inocentes palavras. Depois foi Curto a processar Jardim por este o
ter processado e amanhã, sexta, Jardim a processar de novo Curto por este o ter
voltado a processar e assim em "mise en abyme" até ao infinito como as latas de
sopa Campbell.Não queria estar na pele do juiz que irá que julgar todos esses processos. Nem do que julgará o processo que Cristiano Ronaldo apresentou, também ontem, contra o CM, acusando o jornal de, ao publicar fotografias suas e da família em férias, ter desrespeitado a sua "vida privada" (afinal, contra todas as expectativas, parece que Cristiano Ronaldo tem vida privada).
E os que têm que julgar os processos que certos figurões públicos põem contra jornais e jornalistas por ofensas ao seu bom nome quando ninguém imaginaria que tivessem bom nome?
Pobres juízes.
(JN)
No Reino da Granelândia...
Ensino profissional: Mil desistem por razões económicas
.Cerca de um terço dos quase três mil alunos do primeiro ano do ensino profissional que abandonaram a escola no último ano lectivo fizeram-no por razões económicas, conclui-se num estudo divulgado esta sexta-feira pela associação de estabelecimentos do sector.
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O inquérito, realizado pela Associação Nacional de Escolas Profissionais (ANESPO), revela que a taxa de desistentes por razões económicas subiu dos 22 por cento registados em 2010/2011 para 30,4 por cento no último ano lectivo, a nível nacional.
Embora sejam privadas, as escolas de ensino privado são financiadas pelo Estado, pelo que os alunos não têm mais encargos do que os colegas que frequentam os estabelecimentos públicos, explicou à agência Lusa o director executivo da ANESPO, Luís Costa.
Por regiões, no Norte a taxa de desistência por razões financeiras foi mesmo o motivo invocado por quase metade (47,8 por cento) das desistências no primeiro ano daquele grau de ensino, mais 20 por cento do que em 2010/2011.
Também no Centro houve uma subida considerável, de 22,8 para 33,8 por cento, em Lisboa e Vale do Tejo o crescimento foi residual (de 17,9 para 19,2 por cento) e no Alentejo e Algarve houve mesmo uma descida de 37,2 por cento para 35,6 por cento, embora esta região, que registou a maior taxa em 2010/2011, seja a segunda com maior percentagem de desistentes.
A seguir às razões económicas, o abandono escolar no primeiro ano do ensino profissional (10.º ano de escolaridade) ocorre por "insatisfação vocacional" em 15,7 por cento dos casos, "insatisfação motivacional" (8,8 por cento), "mudança de escola" (13) e outras (32,1).
Óscar Golden...Fue un Musico Colombiano...
Óscar Isaac Goldenberg Jiménez (Cali, 16 de septiembre de 1946 – Bogotá, 29 de julio de 2008) o mejor conocido por su nombre artístico Oscar Golden, fue un músico colombiano perteneciente a la denominada "Nueva Ola" de la música latinoamericana, que tocó a Colombia en 1971. La Nueva Ola que fue impulsada en Colombia por Radio Quince y tomó la denominación de "ye ye" y "go go". Triunfó en las grandes discotecas colombianas de la época con nombres extraños como "El infierno ye ye" o "La mamut rosa". Fue sin duda uno de los más célebres intérpretes criollos de la denominada Nueva Ola en Colombia, entre los que se encuentran nombres como Harold, Claudia de Colombia, Emilce, Fausto, Billy Pontoni. Golden perteneció al grupo de Estudio Quince, que conducía el locutor y discjockey Alfonso Lisarazo.
Entre sus éxitos se encuentran Zapatos de pom pom, El romance del cacique y la cautiva, Boca de Chicle, Embriágame, Cabellos largos,Ideas cortas, Contigo porque te quiero, entre otras.
Falleció en la clínica El Country en Bogotá en la madrugada del 29 de julio de 2008 después de luchar contra un cáncer de hígado y de páncreas que le fueran detectados dos meses antes de cumplir los 62 años de edad. Sus restos fueron velados en la funeraria Cristo Rey y posteriormente cremados en el cementerio Jardines de Paz donde reposan.
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OSCAR GOLDEN - ZAPATOS DE POM POM
Entre sus éxitos se encuentran Zapatos de pom pom, El romance del cacique y la cautiva, Boca de Chicle, Embriágame, Cabellos largos,Ideas cortas, Contigo porque te quiero, entre otras.
Falleció en la clínica El Country en Bogotá en la madrugada del 29 de julio de 2008 después de luchar contra un cáncer de hígado y de páncreas que le fueran detectados dos meses antes de cumplir los 62 años de edad. Sus restos fueron velados en la funeraria Cristo Rey y posteriormente cremados en el cementerio Jardines de Paz donde reposan.
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OSCAR GOLDEN - ZAPATOS DE POM POM
Porfirio Barba Jacob...Fue un Poeta Colombiano...
Porfirio Barba Jacob fue uno de los seudónimos del poeta colombiano Miguel Ángel Osorio Benítez (Santa Rosa de Osos, 29 de julio de 1883 - Ciudad de México, 14 de enero de 1942). Barba Jacob fue abiertamente homosexual.[1]
Contenido
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Ed Wilson...Foi Cantor e Compositor Brasileiro...
Edson Vieira de Barros (Rio de Janeiro, 29 de julho de 1945 - 4 de outubro de 2010), mais conhecido como Ed Wilson, foi um cantor e compositor brasileiro. Fez parte do movimento da Jovem Guarda, fundou a banda Renato e seus Blue Caps junto com seu irmão Renato Barros e no final de sua carreira esteve ligado à música gospel. Morreu por um cancer na tireóide, durante cerca de três meses.
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Henrique Viana...Foi um Actor Portugues...
Henrique Viana (Lisboa, 29 de Junho de 1936 — Lisboa, 4 de Julho de 2007) foi um actor português.
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sábado, 28 de julio de 2012
28 de julho: as histórias deste dia...
DESCRIÇÃO Início da primeira Guerra Mundial, em 1914. Bombardeamento aliado sobre a cidade de Hamburgo. O IRA declara formalmente o abandono da luta armada. Utilizadas pela primeira vez impressões digitais como meio de identificação. Nasceram Marcel Duchamp e Karl Popper. Morreram Vivaldi e Bach. Judy Garland e "Over the rainbow".
A Queda...
2 amigos preparam-se para dormir em
beliches. O que ficou por cima, antes de
adormecer, resolve rezar:
Com Deus me deito,
Com Deus me levanto,
E mais a Virgem Maria
E o Espírito Santo.
De repente, o beliche superior desmorona a caia em cima do que estava por
baixo.
O amigo, surpreendido, diz:
- Estás a ver o que dá dormir com muita gente?
La ‘herencia recibida’ de Aznar: Rajoy tendrá que pagar a Andalucía 243 millones de euros...
El Tribunal Supremo ha condenado al Estado a pagar 243
millones de euros a la Junta de Andalucía por errores cometidos en los cálculos
de la financiación sanitaria en los años 2003 y 2004. La Justicia ha dado la
razón a la Consejería de Economía que impugnó la asignación del gobierno central
que era muy inferior a la que correponde por ley a la comunidad.
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La consejera andaluza de Salud y Bienestar Social, María Jesús Montero, ha
informado que los 243 millones de euros que el Gobierno central tendrá que
devolver a la comunidad, en cumplimiento de dos sentencias del Supremo que
vienen a dar la razón a la Junta de Andalucía de que en los ejercicios 2003 y
2004, el Gobierno de España cometió errores en el cálculo de la financiación
sanitaria, “podrá aliviar el compromiso del plan de reequilibrio que tenemos
puesto en marcha en este momento para el cumplimiento del objetivo de
estabilidad”.
La Junta recurrió porque Aznar perjudicaba a Andalucía
Montero ha recordado que en los ejercicios 2003 y 2004 el sistema de financiación era finalista y ligado al PIB, de tal manera que aquellas comunidades que ya habían asumido la gestión sanitaria obtenían su financiación vía el Estado (integra a salud) en función de los crecimientos de su PIB. ”En aquel momento, decidimos recurrir porque entendíamos que perjudicaba los intereses de Andalucía y que se dejaron de recibir en su día esos más de 200 millones de euros porque se estaba haciendo mal el cálculo de la financiación”, ha sostenido Montero, en referencia a la aplicación “errónea” que hizo el Gobierno de la ley 21/2001, que establecía que las comunidades percibirían en los tres primeros años (de 2002 a 2004) un incremento de la financiación cuyo porcentaje se ligaba a la evolución del PIB nominal a precios de mercado (PIB más inflación).
La Junta recurrió porque Aznar perjudicaba a Andalucía
Montero ha recordado que en los ejercicios 2003 y 2004 el sistema de financiación era finalista y ligado al PIB, de tal manera que aquellas comunidades que ya habían asumido la gestión sanitaria obtenían su financiación vía el Estado (integra a salud) en función de los crecimientos de su PIB. ”En aquel momento, decidimos recurrir porque entendíamos que perjudicaba los intereses de Andalucía y que se dejaron de recibir en su día esos más de 200 millones de euros porque se estaba haciendo mal el cálculo de la financiación”, ha sostenido Montero, en referencia a la aplicación “errónea” que hizo el Gobierno de la ley 21/2001, que establecía que las comunidades percibirían en los tres primeros años (de 2002 a 2004) un incremento de la financiación cuyo porcentaje se ligaba a la evolución del PIB nominal a precios de mercado (PIB más inflación).
Recados a Rajoy en la web del PP de Madrid: “Va a conseguir que confiemos en otros partidos”...
El desgaste de Mariano Rajoy es tan notorio que incluso se
ha producido un llamamiento en la FAES de Aznar para cerrar filas ante la
gravedad del momento político y económico, y es que la prioridad son los
recortes. Desde la dirección del partido se han ensañado con aquellos de sus
miembros que se han opuesto a alguno de los ajustes, y es que la consigna es
clara en cuanto a que las políticas de Rajoy son las de todo el PP. Pero se
escapa algún pellizco de monja con el que al menos tratar de salvar los muebles
o meter un poco el dedo en el ojo, como el movimiento 'regeneracionista' de
Vidal Quadras o mensajes anónimos colgados en la web del PP de Madrid.
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Simpatizantes del PP de Madrid contra Rajoy
El cierre de filas para sostener a Rajoy no evita curiosos pellizcos de monja que sin mojarse, dejan mal al líder nacional. El PP de Madrid insiste en su página web en que “no se hace responsable de la opinión” de sus usuarios, pero aclaran que “editan” los textos que son publicados en la misma, eliminando los que no consideran respetuosos o “coherentes”. Tras la presunta criba -que no pasa por una revisión ortográfica o gramatical- y concediendo que son opiniones reales, resulta llamativo que desde hace varios días, concretamente el 16 de julio, no se producen cambios en la sección de cartas ciudadanas y las tres primeras son muy duras con Rajoy, siendo una web del PP. Alguien identificado como Segundo dice que “como simpatizante del PP desde que cumplí 18 años, en estos momento estoy muy desilusionado, creo que se están equivocando aunque nos impongan desde Bruselas según qué cuestiones”, y apunta a la necesidad de bajar el IRPF, en un mensaje títulado significativamente “empuje”.
“Me ha defraudado como persona y como político”
En “discrepancia”, otro mensaje espeta a Rajoy que “¿cómo puede decir usted que nosotros los parados no buscamos empleo” y le pide que “deje de quitar el pan a las familias porque con 426€ [la ayuda cuando se agota el desempleo] no les alcanza ni para comer”. El más duro es el tercer mensaje, donde “un votante del partido popular desde niño” [¡ojo al dato, de ser cierto sería un fraude electoral!] dice que ahora tiene 30 años y “una familia con trillizos de 3 años, estamos en paro mi mujer y yo, en este hogar solo entran 426 euros al mes (…) Lo unico que usted va conseguir es que gente como yo dejen su confianza en todos ustedes para dársela a otros partidos políticos”. “Me ha defraudado como persona y como político”, insiste, no sin antes despedirse diciendo que “lo siento si le he ofendido pero estoy muy desilusionado, yo confié en todos ustedes”.
El cierre de filas para sostener a Rajoy no evita curiosos pellizcos de monja que sin mojarse, dejan mal al líder nacional. El PP de Madrid insiste en su página web en que “no se hace responsable de la opinión” de sus usuarios, pero aclaran que “editan” los textos que son publicados en la misma, eliminando los que no consideran respetuosos o “coherentes”. Tras la presunta criba -que no pasa por una revisión ortográfica o gramatical- y concediendo que son opiniones reales, resulta llamativo que desde hace varios días, concretamente el 16 de julio, no se producen cambios en la sección de cartas ciudadanas y las tres primeras son muy duras con Rajoy, siendo una web del PP. Alguien identificado como Segundo dice que “como simpatizante del PP desde que cumplí 18 años, en estos momento estoy muy desilusionado, creo que se están equivocando aunque nos impongan desde Bruselas según qué cuestiones”, y apunta a la necesidad de bajar el IRPF, en un mensaje títulado significativamente “empuje”.
“Me ha defraudado como persona y como político”
En “discrepancia”, otro mensaje espeta a Rajoy que “¿cómo puede decir usted que nosotros los parados no buscamos empleo” y le pide que “deje de quitar el pan a las familias porque con 426€ [la ayuda cuando se agota el desempleo] no les alcanza ni para comer”. El más duro es el tercer mensaje, donde “un votante del partido popular desde niño” [¡ojo al dato, de ser cierto sería un fraude electoral!] dice que ahora tiene 30 años y “una familia con trillizos de 3 años, estamos en paro mi mujer y yo, en este hogar solo entran 426 euros al mes (…) Lo unico que usted va conseguir es que gente como yo dejen su confianza en todos ustedes para dársela a otros partidos políticos”. “Me ha defraudado como persona y como político”, insiste, no sin antes despedirse diciendo que “lo siento si le he ofendido pero estoy muy desilusionado, yo confié en todos ustedes”.
Un ciudadano explota ante Cospedal: “¿Y usted no me engaña? ¡No me haga reír, por favor!”...
Durante una visita a Villalba de la Sierra (Cuenca), la
presidenta de Castilla-La Mancha ha discutido con un vecino que le afeaba sus
altos ingresos enel contexto de la crisis, aunque Cospedal contestó que le
estaban "engañando". "¿Y usted no me engaña? No me haga reír por favor", explotó
el vecino. La presidenta regional justicó su sueldo apelando a que era "el
mismo" que el de su predecesor, aunque luego añadió que es "menos".
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Cospedal ha invitado al vecino a que acuda a comprobar lo que cobra de la
Administración: “Tiene una solución muy fácil para saber la verdad, coge mi
declaración que la hago todos los meses… todos los años, y lee mi suelgo, y que
sale publicado en el Boletín oficial”.
“Mira que bien…”
El vecino se mostró bastante irónico con la presidenta regional, como cuando le espetó que la “solución” era “no votarla, lo que hice” o soltó un “mira que bien” después de que Cospedal presumiera de hacer la declaración de la renta.
“Menos que mi predecesor”
Finalmente y cuando le instaron a decir si su sueldo era mucho, Cospedal sentenció que “ni mucho ni poco, el mismo que tenía mi predecesor”. “Menos”, matizó. El audio de la discusión está disponible en la cadena SER.
“Mira que bien…”
El vecino se mostró bastante irónico con la presidenta regional, como cuando le espetó que la “solución” era “no votarla, lo que hice” o soltó un “mira que bien” después de que Cospedal presumiera de hacer la declaración de la renta.
“Menos que mi predecesor”
Finalmente y cuando le instaron a decir si su sueldo era mucho, Cospedal sentenció que “ni mucho ni poco, el mismo que tenía mi predecesor”. “Menos”, matizó. El audio de la discusión está disponible en la cadena SER.
Os gordos e a derrapagem...
Meio ano de economia de guerra movida pela fúria liberal de desmantelar décadas de consenso social em torno das políticas públicas de educação, saúde e de proteção social permite identificar as verdadeiras prioridades e retirar algumas conclusões.
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O balanço da execução orçamental é um rotundo fracasso, uma definição perigosa de inimigos de classe do Governo mais o espanto atarantado perante a imperfeição da realidade e a proximidade do rastilho letal da crise.
A estratégia de Passos era de violência fiscal no consumo, determinação no corte da despesa motivação do povo para o caminho da salvação e reconhecimento do bom comportamento pelos deuses mercados e pela madrinha berlinense.
O IVA está em colapso mas o Governo contra-ataca viril os mecânicos e as cabeleireiras. As gorduras do Estado são fugidias e os consumos intermédios viscosos, mas a drástica contenção da obesidade salarial dos reformados e dos funcionários públicos permitiu uma noite de gloriosas loas aos plumitivos comentadores profissionais. O bom povo está deprimido mas tem direito a jornalistas que debitam a homília do bom caminho e nas férias na Caparica recebe o afago por preferir a pirraça sobre Relvas às arruaças de gregos e espanhóis. Estranhamente, os mercados continuam desatentos de tanto mérito, entretidos a derreter a Espanha após anos de excedente orçamental e uma dívida pública menor que a alemã.
A relaxação estival permite distrair do furacão iminente entre a confirmação do desastre fiscal no próximo pagamento trimestral do IVA, o afundamento das exportações com a crise do vizinho e o desagregar do euro até à próxima cimeira histórica entre declarações de um chauvinismo à anos 30.
Passos e Gaspar aguardam ansiosos a benevolência da troika, a quem vão ter de explicar que o consenso não pode assentar na suspensão do Estado de Direito e tentar chamar à dieta alvos mais difíceis que os funcionários e os idosos indefesos. Pelo meio disto, era bom que o Governo, para prevenir a derrapagem da paciência dos gordos do costume, mandasse calar o Adónis da elegância de rendimentos Borges e Mexia, sempre ávidos da sobriedade alheia e grávidos de mérito próprio.
O "mercado" universitário...
Ontem fui atendido numa caixa de supermercado por uma
licenciada em Engenharia, área em que parece não faltar emprego. O seu problema,
explicou-me resignada, era a universidade que lhe atribuíra o diploma...
Muitas escolas de ensino superior privado são hoje apenas negócios (e sem
departamentos de pós-venda). Comercializam diplomas de "dr", de "mestre" e de
"doutor por extenso" como poderiam comercializar frutas ou legumes. Com uma
diferença: o sector das frutas e legumes é mais fiscalizado e os seus
consumidores mais protegidos do que os do "sector" do ensino superior.As universidades públicas, apesar do "salve-se quem puder" orçamental para que foram empurradas, vão sobrevivendo ao naufrágio. E o mesmo se diga de algumas universidades privadas, que mantêm cotação de exigência e rigor. (Uma sugestão ao ME: já que o ensino superior é uma actividade empresarial "liberalizada", por que não uma Bolsa de Valores Universitária? Assim, os alunos saberiam o que compram ao matricular-se em certas universidades. Um "outlet" para diplomas inúteis ou com defeito também não seria má ideia.)
Há muita hipocrisia em tudo isto. Porque não "liberaliza" o ME também os cursos de Medicina? Talvez porque, parafraseando Harold Bloom a propósito da política de quotas nos EUA, o ministro não queira ser um dia operado ao cérebro por um turbolicenciado à bolonhesa ou por um mestre ou doutor "equivalentes".
(JN)
No Reino da Granelândia...
Efectivos vão ter de concorrer
Milhares de professores dos quadros, alguns com 30 anos de serviço, foram forçados a concorrer a outras escolas por não terem turmas atribuídas. Terminou sexta-feira o prazo para as escolas indicarem à tutela quais os professores que, previsivelmente, terão horário- -zero e muitos receberam a notícia de que terão mesmo de ir a concurso. O procedimento não é novo mas desta vez atinge outras dimensões, devido a medidas do Governo que reduziram os horários disponíveis nas escolas.
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Relatos de professores sucedem-se em blogues de educação. "O ambiente na escola era de profunda tristeza, colegas com mais de 30 anos de trabalho que agora têm de concorrer. Estou desolada e envergonhada", escreve uma docente no blogue A Educação do Meu Umbigo.
O Ministério da Educação e Ciência não revela quantos docentes do quadro terão de concorrer a Destacamento por Ausência de Componente Lectiva.
Mário Nogueira, secretário--geral da Fenprof, estima que serão sete mil, em especial professores de EVT, Educação Tecnológica, Música, Português, Matemática e Educação Física.
O dirigente teme a situação em que estes docentes ficarão, mas garante que não serão colocados na mobilidade. "O problema é sobretudo a situação frágil em que ficam, à mercê das piores intenções do Governo. Podem estar seguros de que, para já, não serão colocados na mobilidade. Na negociação com o Governo, no âmbito da frente comum, ficou consagrado que o regime específico prevalece", disse ao CM, frisando contudo que "hoje todos temos a consciência de que o Governo, para mudar uma lei, basta acordar a pensar nisso".
Os professores terão de concorrer pelo menos ao concelho da sua escola ou também aos concelhos limítrofes, nos casos de Lisboa e Porto. Caso não haja horário disponível, regressam à escola de origem, para efectuar serviço não lectivo.
"A DESMOTIVAÇÃO É TOTAL", AFIRMA CARLA LOPES
Carla Lopes, de 42 anos, educadora no pré-escolar, com 21 anos de serviço, é efectiva e tem de concorrer. "Estive 12 anos a contrato e quando pensava que tinha estabilidade vou ter de concorrer pelo terceiro ano. A desmotivação é total", conta.
Leonor Watling...Cantante y Actriz Española...
Leonor Elizabeth Ceballos Watling, más conocida como Leonor Watling (Madrid, 28 de julio de 1975), es una actriz y cantante española.
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Gloria Fuertes...Fue una Poetisa Española...
Gloria Fuertes (Madrid, 28 de julio de 1917 – ibídem, 27 de noviembre de 1998) fue una poeta española.
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