martes, 28 de febrero de 2012

Rui Reininho...Vocalista e musico do grupo Portugues GNR...


Rui Manuel Reininho Braga (Porto, 28 de Fevereiro de 1955) é um músico português.
Vocalista da banda pop-rock GNR (Grupo Novo Rock), tirou o curso de Cinema da Escola Superior de Teatro e Cinema de Lisboa.
Cria ou colabora nos projectos musicais Espelho e Atitudes e grava em 1977, com Jorge Lima Barreto, no projecto Anar Band.
Em 1981 tornou-se vocalista dos GNR, e depois, o seu principal mentor e figura mais destacada. Com os GNR, Rui Reininho criou uma série de canções que são o espelho de uma geração da juventude que cresceu e se tornou adulta a ouvi-los e a admirá-los ao longo de 30 anos:
Dunas, Efectivamente, Bellevue, Pós-Modernos, Vídeo Maria, Pronúncia do Norte, Ana Lee ou Morte ao Sol.
Efectuou mais de mil espetáculos na Europa, Brasil, EUA, Canadá e Macau. Obteve prémios Jornal Sete, Blitz e Nova Era. Produziu discos dos artistas: Manuela M. Guedes, Mler Ife Dada, Três Tristes Tigres e Spray.
É autor dos livros Sífilis versus Bilitis pela '''& etc''' e Líricas Come on & Ana, publicado pela Palavra, onde reúne poemas e letras de canções. Sobre as letras dos GNR, há duas publicações, Afectivamente (Assírio & Alvim) e As letras como poesia (Objecto Cardíaco e Afrontamento). Trabalhou como actor e criou música para teatro e cinema.
Colaborou com os semanários Expresso, Mais Semanário e GQ, na revista Net Parque 98 e no Jornal de Notícias. Lecionou a disciplina de Música de Cinema na Universidade Moderna de Lisboa e a disciplina de Som e Imagem na Universidade Católica do Porto.
É sócio activo do movimento rotário. Em 2005 foi agraciado com a Medalha de Mérito Cultural do Estado Português.
GNR - Pronuncia do Norte

lunes, 27 de febrero de 2012

Gala dos Óscares-Sacha Baron Cohen e as cinzas de Kim Jong-II

Veja o que acontece quando Ryan Seacrest entrevista o ator Sacha Baron Cohen, na pele de “o ditador” – e acaba por levar com as “cinzas” de Kim Jong-Il em plena passadeira vermelha na Gala dos Óscares 2012.

Danny Rivera...Cantautor de Puerto Rico...


Danny Rivera Méndez (nacido el 27 de febrero de 1945 en Santurce), es un cantante, compositor, poeta e intelectual puertorriqueño.
Primeros años
Perteneciente a una familia humilde, hijo de un pintor. A temprana edad comenzó a interesarse por la música y se valió de ese talento para superar ciertas barreras sociales de su época.
Comenzó a tener contacto con ese mundo musical que lo cautivaba participando en concursos de programas de aficionados.
Con escasos veinte años, su voz popularizó temas de grandes artistas que eran prácticamente desconocidos en la isla como Alberto Cortez y Joan Manuel Serrat.
Vida profesional
Su primer disco se titulaba "Simple Danny Rivera", grabado en los Estados Unidos.En el año 1979, grabó la producción Serenata, como un homenaje a Manuel Jiménez "El Canario". Este álbum se convirtió en un fenómeno de popularidad en Puerto Rico, República Dominicana y Cuba. Vida personal
y controversia
En el año 2001, estuvo 30 días preso en una cárcel en Puerto Rico por su postura nacionalista, condenado por violar la disposición que prohíbe la presencia de civiles en el área militarizada de Vieques.
Sobre esa experiencia escribió un libro titulado Enamorado de la Paz (Diario en la cárcel federal).
En el año 2008, le fue concedida la nacionalidad dominicana, país donde desarrolla una importante labor cultural, artística y social, sobre todo en la comunidad de Los Dajaos.
El domingo 20 de septiembre de 2009, Danny Rivera participó al lado de Olga Tañón, Juanes y Miguel Bosé, entre otros consagrados del canto popular, en la segunda representación del evento Paz sin fronteras, celebrado en la Plaza de la Revolución de La Habana, Cuba, con una multitud de un millón ciento cincuenta mil espectadores, según apreciaciones de Miguel Bosé.
Danny Rivera "Mi viejo"

Baptista Bastos...Escritor e Jornalista...hoje é o seu 78º anivesário...

Armando Baptista-Bastos (Lisboa, 27 de Fevereiro de 1934), jornalista e escritor português.
Estudou na Escola de Artes Decorativas António Arroio e no Lycée Français Charles Lepierre, em Lisboa.
Iniciou a sua carreira profissional na redacção de O Século passando, de seguida, a subchefe de redacção de O Século Ilustrado.
Foi redactor de outros jornais, como O Diário, República, Europeu, Almaque, Seara Nova, Gazeta Musical e Todas as Artes, Época, Sábado e Diário Popular, onde permaceu por duas décadas.
Foi correspondente da Agence France-Presse, em Lisboa. Assinou ainda várias colunas no Jornal de Notícias, A Bola, Tempo Livre e, como crítico, colaborou com o Jornal de Letras, Artes e Ideias, o Expresso, o Jornal do Fundão, o Correio do Minho e o Diário Económico. Fundou ainda o semanário O Ponto, periódico que registou uma série de entrevistas semanais.
Na rádio leu as suas crónicas, nomeadamente na Antena 1 e na Rádio Comercial.
Actualmente é colunista do Diário de Notícias, do Jornal de Negócios e do Jornal do Fundão.
Na televisão deu-se a conhecer como apresentador, na década de 1990, do programa Conversas Secretas na SIC.
A convite do jornal Público, realizou uma série de dezasseis entrevistas sob a designação «Onde é que você estava no 25 de Abril?», posteriormente editadas em CD-ROM.
O Cinema na Polémica do Tempo foi o seu primeiro livro de ensaio, publicado em 1959.
Em 1969 lançava As Palavras dos Outros.
...
O capítulo grego

Diz uma grega, à televisão: "O vandalismo não é correcto, OK, mas quando o
desespero nos consome, que fazer?" A frase nada explica. Mas talvez justifique
alguma coisa. E as multidões de gregos atormentados não podem ser cândida e
confortavelmente catalogados de "anarquistas".
O que está a acontecer na Grécia não deve, apenas, ser atribuído ao descaso e à incompetência dos políticos.
Embora a Nova Democracia, partido de direita, onde se acoitam muitos daqueles
que apoiaram a ditadura dos coronéis, tenha amplas responsabilidades na
situação. Aliás, de uma forma ou de outra, a Nova Democracia esteve sempre no
poder, e a actuar consoante as derivas, por exemplo, do PASOK.
O caos grego não tem sido bem explicado. E as "ajudas" externas, com taxas de
juro humilhantes, têm acentuado a distorção e quebrado os laços sociais. Os
laços sociais sempre se opuseram às lógicas do belicismo. Provinham do conflito
moral e político com a ditadura; e, se quisermos, da experiência terrível
ocasionada pela guerra civil. A sua inserção no quotidiano, na vida de todos os
dias, é um elemento essencial da efectividade com que essas tensões se
acumularam. A cólera do povo grego manifesta-se de modo unívoco, e é explicável
pelas razões históricas das relações de poder.
Há uma ocultação das responsabilidades, que parece criarem uma impotência na
rigorosa explicação dos factos. A quem interessa esta babel de confusão e de
discórdia, que alastra pela Europa, e de que a Grécia é reflexo dramático?
Qual o país que se segue, na continuidade da dissolução de um projecto que se
pretendia harmonioso e solidário? Talvez sejam fáceis e claras as explicações,
mas a própria natureza desta balbúrdia, meticulosamente organizada, pode
conduzir a conjunturas bem mais trágicas: à guerra, por exemplo.
O cerco feito aos gregos, os vexames a que são submetidos em declarações
proferidas por ignaros funcionários estrangeiros, provocam a mais funda
indignação naqueles que ainda sentem o rebate da consciência. E a reacção
daquele povo resulta da humilhação sistemática de que é alvo.
Sinto uma surda revolta quando ouço os medíocres políticos portugueses
dizerem: "Mas nós não somos a Grécia!", sem a noção do peso das palavras e com a
desfaçatez de quem nada conhece de história.
Não; não somos a Grécia, mas pertencemos- -lhe, e a Grécia pertence-nos. Faz parte integrante da nossa condição relacional e da existência cultural e intelectual que nos define. Temos
mais ou menos o mesmo número de população, e o percurso das nossas vidas possui
traços muito semelhantes. A comparação, depreciativa e sórdida, constantemente
feita, assume os contornos de grave insulto.
(in DN)

Sorria...Uma de Alentejanos...


Um alentejano vai a um concurso de televisão, e o apresentador pergunta:
- Como se chamam os habitantes de Beja?
**Após algum silêncio,.....................................
.......................................................................
............................................................................
............................................................,
o alentejano responde:
**- Porra! Todos, todos nã sêi !

EDUCAÇÃO...Outras gentes...outros países...

Helena Rico - Holanda
Desde que vivo na Holanda, terminou o pesadelo
.
A propósito do desafio sobre os novos hábitos de poupança na abertura do ano lectivo, resolvi partilhar a minha experiência uma vez que vivo no norte da Holanda, onde tudo se passa de
modo completamente diferente.
Em primeiro lugar, os livros são gratuitos.
São entregues a cada aluno no início do ano lectivo, com um autocolante que
atesta o estado do livro. Pode ser novo ou já ter sido anteriormente usado por
outros alunos. No final do ano, os livros são devolvidos à escola e de novo
avaliados quanto ao seu estado.
Se por qualquer razão foram entregues em bom estado e devolvidos já muito mal tratados, o aluno poderá ter de pagá-los, no todo ou em parte.Todos os anos, os cadernos que não foram terminados voltam a ser usados até ao fim. O contrário é, inclusivamente, muito mal visto.
Os alunos são estimulados a reusar os materiais.
Nas disciplinas tecnológicas e de artes, são fornecidos livros para desenho, de capa dura, que deverão ser usados ao longo de todo o ciclo (cinco anos).Obviamente que as lojas
estão, a partir de Julho/Agosto, inundadas de artigos apelativos mas nas escolas
a política é a de poupar e aproveitar ao máximo.
Se por qualquer razão é necessário algum material mais caro (calculadora, compasso, por exemplo), há um sistema (dinamizado por pais e professores, ou alunos mais velhos) que permite o empréstimo ou a doação, consoante a natureza do produto.Ao longo do ano,
os alunos têm de ler obrigatoriamente vários livros.
Nenhum é comprado porque a escola empresta ou simplesmente são requisitados numa das bibliotecas da cidade, todas ligadas em rede para facilitar as devoluções, por exemplo. Aliás, todas as crianças vão à biblioteca, é um hábito muito valorizado.
A minha filha mais nova começou as suas aulas de ballet. Não nos pediram nada, nenhum
fato nem sapatos especiais. Mas como é universalmente sabido, as meninas gostam
do ballet porque é cor-de-rosa e porque as roupas também contam. Então,
as mães vão passando os fatos e a minha filha recebeu hoje, naturalmente,
o seu maillot cor-de-rosa com tutu, e uns sapatinhos, tudo já usado.
Quando já não servir, é devolvido. E não estamos a falar de famílias
carenciadas, pelo contrário.
É assim há muito tempo.
O meu filho mais velho começará a ter, na próxima semana, aulas de guitarra. Se a coisa for
levada mesmo a sério, poderemos alugar uma guitarra ou facilmente comprar uma em
segunda mão.
Este sistema faz toda a diferença porque, desde que vivo na Holanda, terminou o pesadelo do início do ano. Tudo se passa com maior tranquilidade, não há a febre do "regresso às aulas do Continente" e os miúdos e os pais são muito menos pressionados.
De facto, noto que há uma grande diferença se compararmos o nosso país e a Holanda (ou com outros países do Norte da Europa, onde tudo funciona de forma idêntica). Usar ou comprar o que quer que seja em segunda mão é uma atitude socialmente louvável, pelo que existem mil e
uma opções.
Não só se aprende desde cedo a poupar e a reutilizar, como a focar as atenções, sobretudo as dos mais pequenos, nas coisas realmente importantes.

( Malos) Recuerdos...

Comentários e Observações a propósito do discurso do MDN de 1 Fev. 2012-02-04...


Aapontamento elaborado pelo C/ Almirante ECN Manuel Martins Guerreiro
...
Face às várias notícias sobre a intervenção do Ministro da Defesa Nacional, decidi ler na
íntegra o seu “discurso”, esperando algo de substancial.
Após uma leitura atenta, eis o que encontrei: uma encenação com formulações genéricas ou vagas, para um ataque às Associações sócio profissionais militares. Isto era o que se
deduzia das notícias. Porem esperava que existissem conceitos e conteúdo, para
alem de alguma parra, quanto à forma de resolução da crise e ao contributo
esperado das FA’s.
Vejamos então o que disse o titular da pasta da Defesa, as ideias que explanou:
A solução da crise está em nós. Em todos nós. Em cada um de nós.
É importante rever e reestruturar a nossa forma de pensar e agir.
Tudo está, entre nós, a ser repensado, por necessidade e por uma questão de
oportunidade.
Seguidamente presta contas dos seus sete meses de governo:
- Duas decisões –
Localização do HFA e transição para a nova tabela
remuneratória
- Dois estudos
concluídos: sobre o Dia da Defesa Nacional e sobre a PJM
- Início do processo
de revisão da LPM (o que ocorre periodicamente)
- Início de quatro a cinco novos estudos: novo conceito estratégico de Segurança e Defesa,
reorganização das estruturas do MDN e das FA’s, questão das promoções, aeroporto
complementar de Lisboa, Estabelecimentos Militares de Ensino.
Classifica isto como medidas cujas necessidades todos os presentes reconhecerão, medidas que tem tanto de essenciais como de básicas, diz.
Quando aborda o processo de reorganização e reestruturação orgânica das FA’s afirma que a
sustentabilidade das FA’s está hoje em causa: -“Tudo está a ser refletido. Em alguns casos chegaremos a soluções diferentes das que hoje existem, noutras perceberemos, pelo menos, o porquê das coisas.”
Questiona mesmo se o papel das FA’s é apenas o de defesa.
“Há que distinguir o que é estratégico e o que foi tático.”
“Este é o tempo de fazer Todas as reformas. E nós vamos fazê-las.”
“São precisos todos aqueles que pensam a segurança e a defesa e todos aqueles que no terreno
tem o comando efetivo das operações.”
“Esta reforma faz-se convosco, faz-se com os militares, faz-se com os chefes. Ou não se faz de
todo.”
“Faz-se para nós, por nós e para a República.”
Comentários que me ocorrem a este tipo de formulação e afirmações:
Confessa alguma ignorância ou desconhecimento, o que não lhe fica mal, quando afirma que depois de tudo refletir e se não chegar a soluções diferentes das que existem,
perceberá pelo menos o porquê das coisas.
Não será este um processo de aprendizagem do Ministro muito caro para as FA’s e sobretudo para o País?
Questiona se o papel das FA’s é apenas o de defesa. Nunca foi nem será no futuro apenas o de defesa, sempre se estendeu em maior ou menor grau, a outros campos do serviço público,
da investigação, da inovação, com impacto na economia e no desenvolvimento do
País.
Há que distinguir o estratégico do tático, mas não distingue nada.
É o tempo de todas as reformas, mas não diz quais, todas inclui tudo e não inclui nada. Para as
concretizar são necessários todos, mas só indica os de topo e conclui que se não
for assim não se fazem de todo. Conclusão certa para uma formulação vaguíssima.
Se isto fosse a substância da intervenção do Ministro, teríamos que recomendar-lhe que aplicasse
a si próprio a sua afirmação de “rever e reestruturar a nossa forma de pensar
e agir”; porem a substância encontra-se na abordagem que faz ao descontentamento de militares “manifestado por palavras e atos de alguns movimentos associativos”.
Faz algumas afirmações óbvias quanto ao que não é um militar e que assume como reafirmação
da natureza das FA’s – “Um militar não é um funcionário público, ser militar
não é uma profissão como as outras, não é um emprego como os outros, nem sequer
carreira com progressão automática.”
“Ser militar é servir o País em armas, ser militar é uma vocação.”
“Durante anos, alguns confundiram a profissionalização das FA’s com a profissionalização dos
militares que nelas serviram. Nada mais errado.”
Comentário: - este alguns serão os políticos ou serão mesmo os militares? Não se percebe se quem afirma entende a diferença. Faz um convite aos que não sentem a vocação militar
para saírem com base na seguinte afirmação:
- “Nem um homem sem vocação pode servir as FA’s, nem as FA’s, chegado o momento da verdade, podem servir-se de um homem assim.”
Este parágrafo contem a substância da intervenção ministerial que comentarei na parte
final.
Afirma também que:
“banalizar o protesto militar desprestigia a instituição que jura cumprir as
leis da República. Utilizar o protesto como forma de intervenção pública,
política e partidária é grave.”
Comentário: -
concordo com esta afirmação em termos genéricos, mas não posso deixar de notar a
confusão estabelecida entre o protesto dos militares enquanto cidadãos e o
protesto militar, que se expressará por formas e vias militares podendo ser bem
mais do que um simples protesto, assim nasceu o 25 de Abril, acto fundador da
nossa Democracia. Deve ficar claro que quem jura guardar a Constituição e
cumprir as Leis da República são os militares individualmente e não a
Instituição.
Devo referir também que repudio igualmente a utilização ou instrumentalização das Forças Armadas para fins de política partidária, mesmo que por iniciativa do Poder político
legítimo, o que não seria inédito na nossa democracia.
Repudio a demagogia fácil, para consumo de opinião pública pouco esclarecida, de que os militares são gente a quem é preciso falar “grosso” e que as Forças Armadas custam muito ao erário público, a tal ponto que não seriam sustentáveis tal como existem.
Sobre o que não é sustentável teria muito a dizer, começava pelos exemplos que vem de cima, do
Poder, no que se refere ao respeito pelos princípios e pela legalidade, mas isso
será para outra oportunidade.
Voltemos à substância da intervenção do MDN.
O que é isso de “chegado o momento da verdade”? Está na intenção do Poder utilizar as
FA’s para fins não previstos, no tal momento da verdade? Pretende ou está a
desembainhar a espada?
Normalmente o momento da verdade para um militar é o da entrada em combate e devo esclarecer o senhor ministro que não é preciso ser militar profissional nem ter vocação para isso,
que o digam quase um milhão de homens que participaram, direta ou indiretamente,
na guerra colonial.
Para servir o País nas Forças Armadas ou noutra instituição é preciso sim um forte sentido de
Serviço Público e isso os militares profissionais, os milicianos e os
contratados demonstraram-no em muitos momentos.
Fosse esse o exemplo igualmente transmitido aos cidadãos por todos os que exercem funções de
responsabilidade política ou governativa.
Se todos os que exercem essas responsabilidades se sentissem, primeiro que tudo, servidores
públicos, não estaríamos com certeza na actual situação de crise, nem teríamos
preocupações quanto ao tal “momento da verdade”.
Quanto á utilização de gestos ou expressões fortes que possam pressupor o desembainhar da espada, será bom ter presente que o militar é o cidadão mais relutante e mesmo
resistente a iniciar essa via, pensará três vezes antes de o fazer mas se for
forçado a desembainhar a espada não voltará a embainha-la sem honra

5 Fev 2012 Martins Guerreiro

Oficiais dizem a ministro: 'Nada nos obriga a ser submissos'


Oficiais dizem a ministro: 'Nada nos obriga a ser submissos'
- Carta aberta ao ministro censura-lhe falta de "clarividência" e de "respeito"

domingo, 26 de febrero de 2012

GUERRA JUNQUEIRO...Sempre actual...

Apesar de escrito em 1896 este texto de Guerra Junqueiro não perde actualidade
ao caracterizar a sociedade portuguesa.Leiam e vejam se não é verdade:
---
"Um povo imbecilizado e resignado, humilde e macambúzio,
fatalista e sonâmbulo, burro de carga, besta de nora, aguentando pauladas, sacos
de vergonhas, feixes de misérias, sem uma rebelião, um mostrar de dentes, a
energia dum coice, pois que nem já com as orelhas é capaz de sacudir as moscas;
um povo em catalepsia ambulante, não se lembrando nem donde vem, nem onde está,
nem para onde vai; um povo, enfim, que eu adoro, porque sofre e é bom, e guarda
ainda na noite da sua inconsciência como que um lampejo misterioso da alma
nacional, reflexo de astro em silêncio escuro de lagoa morta.
Uma burguesia, cívica e politicamente corrupta até à medula, não descriminando já o
bem do mal, sem palavras, sem vergonha, sem carácter, havendo homens que,
honrados na vida íntima, descambam na vida pública em pantomineiros e
sevandijas, capazes de toda a veniaga e toda a infâmia, da mentira a
falsificação, violência ao roubo, donde provem que na política portuguesa
sucedam, entre a indiferença geral, escândalos monstruosos, absolutamente
inverosímeis.
Um poder legislativo, esfregão de cozinha do executivo; este criado de quarto do moderador; e este,finalmente, tornado absoluto pela abdicação unânime do País. [.] A justiça ao arbítrio da Política, torcendo-lhe a vara ao ponto de fazer dela saca-rolhas;
Dois partidos [.] sem ideias, sem planos, sem convicções, incapazes, [.] vivendo ambos do mesmo utilitarismo céptico e pervertido, análogos nas palavras, idênticos nos actos, iguais um ao
outro como duas metades do mesmo zero, e não se malgando e fundindo, apesar
disso, pela razão que alguém deu no parlamento, de não caberem todos duma vez na
mesma sala de jantar.
"Guerra Junqueiro, "Pátria", 1896.

SORRIA ou nao!!!...A Fábula do cavalo e do porco...


Quando estiver desanimado lembre-se da fábula do CAVALO e do PORCO!
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Um fazendeiro colecionava cavalos e
só faltava uma determinada raça.
Um dia ele descobriu que seu vizinho tinha este
determinado cavalo. Assim, ele atazanou seu vizinho até conseguir comprá-lo.
Um mês depois o cavalo adoeceu, e ele chamou o veterinário que disse: -
Bem,
seu cavalo está com uma virose, é preciso tomar este medicamento durante três
dias.
No 3º dia eu retornarei e caso ele não esteja melhor será
necessário sacrificá-lo. Neste momento, o porco escutava a conversa.No
dia seguinte, deram o medicamento e foram embora.
O porco se aproximou do cavalo
e disse: -Força amigo, levanta daí senão será sacrificado!!!.
No segundo
dia, deram o medicamento e foram embora. O porco se aproximou novamente e disse:
- Vamos lá amigão, levanta senão você vai morrer! Vamos lá, eu te ajudo a
levantar.
Upa! Um, dois, três...
No terceiro dia, deram o medicamento e o
veterinário disse: - Infelizmente vamos ter que sacrificá-lo amanhã, pois a
virose pode contaminar os outros cavalos.
Quando foram embora, o porco se
aproximou do cavalo e disse: - Cara, é agora ou nunca! Levanta logo, upa!
Coragem! Vamos, vamos! Upa! Upa! Isso, devagar! Ótimo, vamos, um, dois, três,
muito bem, muito bem, agora mais depressa, vai....fantástico! Corre, corre mais!
Upa! Upa! Upa! Você venceu, é um campeão!!!.
Então, de repente o dono
chegou, viu o cavalo a correr no campo e gritou:
- Milagre!!! O cavalo
melhorou, isso merece uma festa!Vamos matar o porco!.
Pontos de Reflexão:
Isso acontece com frequência no
ambiente de trabalho. Ninguém percebe qual é o funcionário que realmente tem
mérito pelo sucesso, ou que dá uma contribuição forte para que as coisas
aconteçam.
SABER VIVER SEM SER RECONHECIDO É UMA ARTE!

Altay Veloso...Cantor e músico Brasileiro...

Altay Veloso da Silva (São Gonçalo, 26 de fevereiro de 1951) é um cantor compositor e guitarrista brasileiro.
É neto de acordeonista, filho de jongueiro capixaba com sacerdotisa de religião de matriz africana.
Índice
1 Carreira
2 Composições
3 Estúdio
4 O Alabê de Jerusalém
5 Referências
Altay Veloso - Oração dos Matagais

Sporting..."a coisa está preta"...

Lá para as bandas de Alvalade as coisas nao vao bem....até o leao do brasao, atirou a toalha...

Facebook...ADERE ao grupo "Movimento Republicano 5 de Outubro."

EM uma semana já somos 600, os aderentes ao Movimento...Entra no grupo e defende a RÉPUBLICA...
Adere..."Movimento Republicano 5 de Outubro."

sábado, 25 de febrero de 2012

BPN...Quando é que esta BOSTA acaba????????...


A historia do BPN deve ser averiguadaO BPN parece ser, antes da nacionalização, um caso claro de polícia.
Após a nacionalização pelo Governo Sócrates , não permitindo que a gestão de Cadilhe
assegurasse a viabilização do banco, o BPN transformou-se num buraco onde o
Estado (e a CGD )já terão enterrado cerca de 5 mil milhões de euros.
Vendido ao desbarato aos angolanos, por imposição do acordo com a troika, o dinheiro dos
portugueses continua a evaporar-se.
Ontem soube que o Estado tem de emprestar mais 300 milhões para vender o BPN - Economia - PUBLICO.PTeconomia.publico.pt
O contrato negociado entre a secretária de Estado do Tesouro, Maria Luís Albuquerque, e Luís Mira Amaral, presidente do BIC Portugal, prevê que, para além da injecção de capital no BPN de 600 milhões de euros já realizada, os apoios de tesouraria possam chegar aos 700 milhões.
O BPN é um escândalo inaceitável, um buraco negro na história da
democracia.
Exige-se que o Ministério Publico e a PJ, o Banco de Portugal e a
Assembleia da Republica, investiguem este sorvedouro do dinheiro dos nossos
impostos.
O Presidente da Republica, que terá sido pessoalmente beneficiado
por investimentos feitos no BPN deve ser o primeiro a exigir um completo
esclarecimento da situação.A culpa não pode morrer solteira.
O Governo e o PSD não podem abafar uma completa averiguação. O PSD terá, nesta sexta,
inviabilizado a criação de uma comissão de inquérito ao BPN na AR. Duas
entidades, que represento, não conseguiram até á presente data reaver dinheiro
depositado no BPN e sentem-se burladas por um bando de criminosos protegidos
pela justiça em Portugal.
Não tolero que esta democracia conviva com este buraco, sem julgar culpados, nas três fases da história: antes da nacionalização, após a nacionalização e depois da venda aos angolanos.

Jaime Ramos publicó en el grupo "Movimento Republicano 5 de Outubro."

Cavaco silva...O Pedincholas de Boliqueime...


Mas quando é que este parolo vai de saída???...vai trabalhar malandro...¡¡¡

Julio Jose Iglesias...Cantante Español...

Julio José Iglesias Preysler, más conocido como Julio Iglesias, Jr. (nacido el 25 de febrero de 1973) es un cantante español.
En 2008, fue declarado el ganador de la CMT la competencia Gone Country y ha sido recientemente 3º Finalista de la primera edición de Tu cara me suena.
1 Primeros años
2 Trayectoria profesional
2.1 2008: CMT
2.2 2011: Tu cara me suena
3 Discografía
4 Plano personal
5 Referencias
---
Julio Iglesias Jr-The Way I Want You

Mario de Andrade...Poeta e Romancista Brasileiro...67 anos da sua morte...


Mário Raul de Moraes Andrade (São Paulo, 9 de outubro de 1893 — São Paulo, 25 de fevereiro de 1945) foi um poeta, romancista, musicólogo, historiador e crítico de arte e fotógrafo brasileiro. Um dos fundadores do modernismo brasileiro, ele praticamente criou a poesia moderna brasileira com a publicação de seu livro Paulicéia Desvairada em 1922.
Andrade exerceu uma influência enorme na literatura moderna brasileira e, como ensaísta e estudioso—foi um pioneiro do campo da etnomusicologia—sua influência transcendeu as fronteiras do Brasil.
[1]Andrade foi a figura central do movimento de vanguarda de São Paulo por vinte anos.
[2] Músico treinado e mais conhecido como poeta e romancista, Andrade esteve pessoalmente envolvido em praticamente todas as disciplinas que estiveram relacionadas com o modernismo em São Paulo, tornando-se o polímata nacional do Brasil.
Suas fotografias e seus ensaios, que cobriam uma ampla variedade de assuntos, da história à literatura e à música, foram amplamente divulgados na imprensa da época.
Andrade foi a força motriz por trás da Semana de Arte Moderna, evento ocorrido em 1922 que reformulou a literatura e as artes visuais no Brasil, tendo sido um dos integrantes do "Grupo dos Cinco".
As idéias por trás da Semana seriam melhor delineadas no prefácio de seu livro de poesia Paulicéia Desvairada e nos próprios poemas.
Após trabalhar como professor de música e colunista de jornal ele publicou seu maior romance, Macunaíma, em 1928. Andrade continuou a publicar obras sobre música popular brasileira, poesia e outros temas de forma desigual, sendo interrompido várias vezes devido a seu relacionamento instável com o governo brasileiro.
No fim de sua vida, se tornou o diretor-fundador do Departamento Municipal de Cultura de São Paulo[3] formalizando o papel que ele havia desempenhado durante muito tempo como catalisador da modernidade artística na cidade—e no país.
Índice
1 Primeiros anos
2 Trabalho
2.1 Semana de Arte Moderna
2.2 Missão de pesquisas folclóricas
3 Obra
3.1 Pauliceia desvairada
3.2 Obras publicadas
4 Legado
5 Sexualidade
6 Mário na cultura popular
7 Referências
8 Bibliografia
9 Ligações externas
---
A rua toda nua . . .
As casas sem luzes . . .
E a mirra dos martírios inconscientes . . .
—Deixe-me pôr o lenço no nariz.
Tenho todos os perfumes de Paris!

Alfredo Marceneiro...Fadista... 121 anos do seu nascimento...

Alfredo Rodrigo Duarte ComIH (n. Lisboa, 25 de Fevereiro de 1891 - m. Lisboa, 26 de Junho de 1982) mais conhecido como Alfredo Marceneiro devido a sua profissão, foi um fadista Português que marcou uma época, detentor de uma voz inconfundível tornando-se um marco deste género da canção em Portugal.
Vida
Alfredo Marceneiro nasceu na freguesia de Santa Isabel em Lisboa, e foi-lhe posto o nome de baptismo de Alfredo Rodrigo Duarte.Era filho de uma família muito humilde, oriunda do Cadaval. Com a morte do pai teve que deixar a escola primária. Começou então a trabalhar como aprendiz de encadernador para ajudar o sustento da sua mãe e irmãos.
Desde pequeno, sentia grande atracção para a arte de representar e para a música. Junto com amigos começou a dar os primeiros passos cantando o fado em locais populares começando a ser solicitado pela facilidade que cantava e improvisava a letra das canções.
Um dia, conheceu Júlio Janota, fadista improvisador, de profissão marceneiro que o convenceu a seguir esse ofício que lhe daria mais salário e mais tempo disponível para se dedicar à sua paixão.Alfredo Marceneiro era um rapaz vaidoso. Andava sempre tão bem vestido que ganhou a alcunha de Alfredo Lulu. Era, também, muito namoradeiro.
Apaixonou-se por várias raparigas, chegando a ter filhos com duas delas. As aventuras terminaram quando conheceu Judite, amor que durou até à sua morte e com o qual teve três filhos.Em 1924, participa no Teatro São Luiz, em Lisboa, na sua primeira Festa do Fado e ganha a medalha de prata num concurso de fados.
Nos anos 1930, Alfredo Marceneiro trabalhou nos estaleiros da CUF, onde fazia móveis para navios. Dividia o seu tempo entre as canções e o trabalho. A sua presença nas festas organizadas pelos operários era sempre motivo de alegria.
Em 3 de Janeiro de 1948, foi consagrado o Rei do Fado no Café Luso.Reformou-se em 1963, após uma carreira recheada de sucessos, numa grande festa de despedida no Teatro São Luiz.Dos muitos temas que Alfredo Marceneiro cantou destaca-se a Casa da Mariquinha, de autoria do jornalista e poeta Silva Tavares.
Faleceu no dia 26 de Junho de 1982 com 91 anos, na mesma freguesia que o viu nascer.
No dia 10 de Junho de 1984, foi condecorado, a título póstumo, com a Comenda da Ordem do Infante D. Henrique pelo então Presidente da República Portuguesa, General Ramalho Eanes.

jueves, 2 de julio de 2009

A Assembleia da República "virou" Tourada...

O ministro que se julgava touro
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O ministro da Economia, Manuel Pinho, pediu a demissão a José Sócrates após ter manchado o debate do Estado da Nação com um gesto insultuoso dirigido ao deputado comunista Bernardino Soares.
O primeiro-ministro aceitou a demissão de Pinho.
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Ministro da Economia deixa Governo de Sócrates