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martes, 27 de marzo de 2012

Viriato Teles...É um Escritor e Jornalista...


Viriato Teles (Ílhavo, 27 de Março de 1958) é um jornalista e escritor português. Trabalhou nas redacções de diversos jornais e revistas e participou como autor, repórter e editor em diversos programas de rádio e televisão.
É autor de vários livros de poesia e reportagem.
Integra, desde 2006, o Gabinete dos Provedores da Rádio e Televisão de Portugal.
Índice
1 Biografia
2 Principais livros
3 Ligações externas
4 Referências
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Uma espécie de poema, por ser hoje
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Do meu pai herdei uma tendênci
apara os calos e as hérnias. O jeito
para a inquietude, a miopia, memórias suaves,
sinais nas costas, um nome capaz. Como todas
as histórias, também esta poderia ser melhor, mas é sabido
que a vida real não condiz com a poesia,
e nem sempre o riso rima
conciso com siso
como se quer.
.
O meu pai morreu triste de ternura imoderada
e fiquei só
com os meus calos doidos e a vaga tendência
para as hérnias e o resto. Poderia, enfim, revisitar os dias úteis,
adormecer uma vez mais de estouvamento na Rua da Capela. Ou
ouvir-lhe a perpétua mansidão dos dedos indagando primaveras.
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Talvez assim a vida fosse como nos livros,
e a dor que calo não fosse o fim desta história
de calos e de hérnias e outros assins sem remédio.

martes, 20 de marzo de 2012

Dinis Machado...Foi um Escritor e Jornalista Portugues...


Dinis Ramos Machado (Lisboa, 21 de Março de 1930 - Lisboa, 3 de Outubro de 2008) foi um jornalista e escritor português.
Biografia
Viveu no Bairro Alto, na Rua do Norte, até 1963, quando se casou aos 34 anos. Começou por frequentar o Curso Geral do Comércio, que não concluiu. Foi funcionário da Federação das Caixas de Previdência. Filho de um árbitro de futebol, conhecido por Oliveira Penalty, foi, durante duas décadas, jornalista desportivo nos jornais Record, Norte Desportivo, Diário Ilustrado e Diário de Lisboa.
Desenvolveu posteriormente as actividades de tradutor, autor de guiões para cinema e séries televisivas, estando ainda ligado profissionalmente à actividade editorial. Durante 11 anos, até 1979, foi chefe de redacção da edição portuguesa da revista de banda desenhada Tintin. Em 1971-72, surgiu como editor e chefe de redacção da 1ª série da versão portuguesa do semanário Spirou.
Obra
Dennis McShadeDurante muito tempo, Dinis Machado refugiou-se à sombra de um pseudónimo americano, inventado para fazer sair na colecção Rififi, que dirigia a convite de Roussado Pinto, uma trilogia de romances policiais com um herói borgesiano, um assassino profissional, com preocupações filosóficas, dado aos monólogos e às citações literárias e que age sempre sozinho, com o nome de Peter Maynard, referência a Pierre Ménard, a personagem de Borges que tentava reproduzir o Dom Quixote. Mão direita do Diabo, Requiem para D. Quixote e Mulher e arma com guitarra espanhola foram escritos no período de um ano, quando o autor precisava de angariar 20 contos por ocasião do nascimento da filha.
A reedição dos seus romances policiais pela editora Assírio & Alvim, entre 2008 e 2009, inclui um inédito, Blackpot, publicado em Novembro de 2009.Requiem para D. Quixote serviu ainda de inspiração para o filme Contrato. , de 2009, o primeiro a ser realizado por Nicolau Breyner.
O Que diz Molero
O seu maior sucesso literário, tanto junto da crítica como do público, foi O que diz Molero, publicado em 1977. O que diz Molero marcou o reinício de um processo crítico sobre a necessidade de nos interrogarmos acerca da identidade portuguesa, bem como os caminhos possíveis para a convivência de uma pluralidade de formas artísticas. A linguagem coloquial, humorada e inventiva, a que não é alheia uma oralidade popular, tenta cristalizar figuras, lugares e imagens de um quotidiano que parece perdido.

lunes, 27 de febrero de 2012

Baptista Bastos...Escritor e Jornalista...hoje é o seu 78º anivesário...

Armando Baptista-Bastos (Lisboa, 27 de Fevereiro de 1934), jornalista e escritor português.
Estudou na Escola de Artes Decorativas António Arroio e no Lycée Français Charles Lepierre, em Lisboa.
Iniciou a sua carreira profissional na redacção de O Século passando, de seguida, a subchefe de redacção de O Século Ilustrado.
Foi redactor de outros jornais, como O Diário, República, Europeu, Almaque, Seara Nova, Gazeta Musical e Todas as Artes, Época, Sábado e Diário Popular, onde permaceu por duas décadas.
Foi correspondente da Agence France-Presse, em Lisboa. Assinou ainda várias colunas no Jornal de Notícias, A Bola, Tempo Livre e, como crítico, colaborou com o Jornal de Letras, Artes e Ideias, o Expresso, o Jornal do Fundão, o Correio do Minho e o Diário Económico. Fundou ainda o semanário O Ponto, periódico que registou uma série de entrevistas semanais.
Na rádio leu as suas crónicas, nomeadamente na Antena 1 e na Rádio Comercial.
Actualmente é colunista do Diário de Notícias, do Jornal de Negócios e do Jornal do Fundão.
Na televisão deu-se a conhecer como apresentador, na década de 1990, do programa Conversas Secretas na SIC.
A convite do jornal Público, realizou uma série de dezasseis entrevistas sob a designação «Onde é que você estava no 25 de Abril?», posteriormente editadas em CD-ROM.
O Cinema na Polémica do Tempo foi o seu primeiro livro de ensaio, publicado em 1959.
Em 1969 lançava As Palavras dos Outros.
...
O capítulo grego

Diz uma grega, à televisão: "O vandalismo não é correcto, OK, mas quando o
desespero nos consome, que fazer?" A frase nada explica. Mas talvez justifique
alguma coisa. E as multidões de gregos atormentados não podem ser cândida e
confortavelmente catalogados de "anarquistas".
O que está a acontecer na Grécia não deve, apenas, ser atribuído ao descaso e à incompetência dos políticos.
Embora a Nova Democracia, partido de direita, onde se acoitam muitos daqueles
que apoiaram a ditadura dos coronéis, tenha amplas responsabilidades na
situação. Aliás, de uma forma ou de outra, a Nova Democracia esteve sempre no
poder, e a actuar consoante as derivas, por exemplo, do PASOK.
O caos grego não tem sido bem explicado. E as "ajudas" externas, com taxas de
juro humilhantes, têm acentuado a distorção e quebrado os laços sociais. Os
laços sociais sempre se opuseram às lógicas do belicismo. Provinham do conflito
moral e político com a ditadura; e, se quisermos, da experiência terrível
ocasionada pela guerra civil. A sua inserção no quotidiano, na vida de todos os
dias, é um elemento essencial da efectividade com que essas tensões se
acumularam. A cólera do povo grego manifesta-se de modo unívoco, e é explicável
pelas razões históricas das relações de poder.
Há uma ocultação das responsabilidades, que parece criarem uma impotência na
rigorosa explicação dos factos. A quem interessa esta babel de confusão e de
discórdia, que alastra pela Europa, e de que a Grécia é reflexo dramático?
Qual o país que se segue, na continuidade da dissolução de um projecto que se
pretendia harmonioso e solidário? Talvez sejam fáceis e claras as explicações,
mas a própria natureza desta balbúrdia, meticulosamente organizada, pode
conduzir a conjunturas bem mais trágicas: à guerra, por exemplo.
O cerco feito aos gregos, os vexames a que são submetidos em declarações
proferidas por ignaros funcionários estrangeiros, provocam a mais funda
indignação naqueles que ainda sentem o rebate da consciência. E a reacção
daquele povo resulta da humilhação sistemática de que é alvo.
Sinto uma surda revolta quando ouço os medíocres políticos portugueses
dizerem: "Mas nós não somos a Grécia!", sem a noção do peso das palavras e com a
desfaçatez de quem nada conhece de história.
Não; não somos a Grécia, mas pertencemos- -lhe, e a Grécia pertence-nos. Faz parte integrante da nossa condição relacional e da existência cultural e intelectual que nos define. Temos
mais ou menos o mesmo número de população, e o percurso das nossas vidas possui
traços muito semelhantes. A comparação, depreciativa e sórdida, constantemente
feita, assume os contornos de grave insulto.
(in DN)

lunes, 4 de mayo de 2009

Os bons e os maus...

Já há mais jornalistas a contas com a justiça por causa do Freeport do que houve acusados por causa da queda da ponte de Entre-os-Rios. Isto diz muito sobre a escala de valores de quem nos governa.
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Chegar aos 35 anos do 25 de Abril com nove jornalistas processados por notícias ou comentários com que o Chefe do Governo não concorda é um péssimo sinal. O Primeiro-ministro chegou ao absurdo de tentar processar um operador de câmara mostrando que, mais do que tudo, o objectivo deste frenesim litigante é intimidar todos os que trabalham na comunicação social independentemente das suas funções, para que não toquem na matéria proibida.
Mas pode haver indícios ainda piores.
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Se os processos contra jornalistas avançarem mais depressa do que as investigações do Freeport, a mensagem será muito clara. O Estado dá o sinal de que a suspeita de haver membros de um governo passíveis de serem corrompidos tem menos importância do que questões de forma referentes a notícias sobre graves indícios de corrupção. Se isso acontecer é a prova de que o Estado, através do governo, foi capturado por uma filosofia ditatorial com métodos de condicionamento da opinião pública mais eficazes do que a censura no Estado Novo porque actua sob um disfarce de respeito pelas liberdades essenciais.
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Não havendo legislação censória está a tentar estabelecer-se uma clara distinção entre "bons" e "maus" órgãos de informação com advertências de que os "maus" serão punidos com inclemência.
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O Primeiro-ministro, nas declarações que transmitiu na TV do Estado, fez isso clara e repetidamente. Pródigo em elogios ad hominem a quem não o critica, crucifica quem transmite notícias que lhe são adversas. Estabeleceu, por exemplo, a diferença entre "bons jornalistas", os que ignoram o Freeport, e os "maus jornalistas" ou mesmo apenas só "os maus", os que o têm noticiado. Porque esses "maus" não são sequer jornalistas disse, quando num exercício de absurdo negou ter processado jornalistas e estar a litigar apenas contra os obreiros dos produtos informativos "travestidos" que o estavam a difamar. E foi num crescendo ameaçador que, na TV do Estado, o Chefe do Governo admoestou urbi et orbi que, por mais gritantes que sejam as dúvidas que persistem, colocar-lhe questões sobre o Freeport é "insultuoso", rematando com um ameaçador "Não é assim que me vencem".
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Portanto, não estamos face a um processo de apuramento de verdade. Estamos face a um combate entre noticiadores e noticiado, com o noticiado arvorando as armas e o poder que julga ter, a vaticinar uma derrota humilhante e sofrida aos noticiadores. Há um elemento que equivale a uma admissão de culpa do Primeiro-Ministro nas tentativas manipulatórias e de condicionamento brutal da opinião pública: a saída extemporânea de Fernanda Câncio de um painel fixo de debate na TVI sobre a actualidade nacional onde o Freeport tem sido discutido com saudável desassombro, apregoa a intolerância ao contraditório.
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Assim, com uma intensa e pouco frequente combinação de arrogância, inabilidade e impreparação, com uma chuva de processos, o Primeiro Ministro do décimo sétimo governo constitucional fica indelevelmente colado à imagem da censura em Portugal, 35 anos depois de ela ter sido abolida no 25 de Abril.
Mário Crespo
in JN

jueves, 30 de abril de 2009

Coisas do Arco-da Velha...Câncio queixa-se de jornalista...

Fernanda Câncio fez queixa à Comissão da Carteira Profissional dos Jornalistas (CCPJ) contra um jornalista do Correio da Manhã por este se ter referido a ela como "namorada de ..."
O artigo em causa, publicado a 5 de Abril, versava sobre as críticas de Câncio proferidas no programa ‘A Torto e a Direito’, da TVI24, sobre a investigação jornalística ao caso Freeport, e mencionava, em antetítulo, "Namorada defende Sócrates".
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Jornalistas de outras publicações foram também alvo de queixas semelhantes. O CCPJ determinou a "abertura de procedimento disciplinar" invocando que "o referido comportamento é passível de configurar a violação ao disposto na alínea h) do nº 2 do artigo 14º do Estatuto do Jornalista".
O qual defende "preservar, salvo razões de incontestável interesse público, a reserva na intimidade, bem como respeitar a privacidade de acordo com a natureza do caso e a condição das pessoas".
in CM
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Esta rapariga é tonta...afinal, é ou não é a namorada do engenheiro ???...
Ou é tudo só para "tapal o sol com peneira"...
Isto de processos está a ser prática comum no nosso primeiro e amigos!!!...

miércoles, 29 de abril de 2009

Sócrates e os jornalistas...

O jornalista João Miguel Tavares publicou um artigo crítico de Sócrates no Diário de Notícias. As críticas caíram mal em sua santidade que habita em S. Bento e o resultado foi um processo judicial.
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O Artigo da discórdia:
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Ver José Sócrates apelar à moral na política é tão convincente quanto a defesa da monogamia por parte de Cicciolina.
A intervenção do secretário-geral do PS na abertura do congresso do passado fim-de-semana, onde se auto-investiu de grande paladino da "decência na nossa vida democrática", ultrapassa todos os limites da cara de pau.
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A sua licenciatura manhosa, os projectos duvidosos de engenharia na Guarda, o caso Freeport, o apartamento de luxo comprado a metade do preço e o também cada vez mais estranho caso Cova da Beira não fazem necessariamente do primeiro-ministro um homem culpado aos olhos da justiça. Mas convidam a um mínimo de decoro e recato em matérias de moral.
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José Sócrates, no entanto, preferiu a fuga para a frente, lançando-se numa diatribe contra directores de jornais e televisões, com o argumento de que "quem escolhe é o povo porque em democracia o povo é quem mais ordena".
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Detenhamo- -nos um pouco na maravilha deste raciocínio: reparem como nele os planos do exercício do poder e do escrutínio desse exercício são intencionalmente confundidos pelo primeiro-ministro, como se a eleição de um governante servisse para aferir inocências e o voto fornecesse uma inabalável imunidade contra todas as suspeitas. É a tese Fátima Felgueiras e Valentim Loureiro - se o povo vota em mim, que autoridade tem a justiça e a comunicação social para andarem para aí a apontar o dedo? Sócrates escolheu bem os seus amigos.
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Partindo invariavelmente da premissa de que todas as notícias negativas que são escritas sobre a sua excelentíssima pessoa não passam de uma campanha negra - feitas as contas, já vamos em cinco: licenciatura, projectos, Freeport, apartamento e Cova da Beira -, José Sócrates foi mais longe: "Não podemos consentir que a democracia se torne o terreno propício para as campanhas negras.
" Reparem bem: não podemos "consentir".
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O que pretende então ele fazer para corrigir esse terrível defeito da nossa democracia? Pôr a justiça sob a sua nobre protecção? Acomodar o procurador-geral da República nos aposentos de São Bento? Devolver Pedro Silva Pereira à redacção da TVI?
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À medida que se sente mais e mais acossado, José Sócrates está a ultrapassar todos os limites. Numa coisa estamos de acordo: ele tem vergonha da democracia portuguesa por ser "terreno propício para as campanhas negras"; eu tenho vergonha da democracia portuguesa por ter à frente dos seus destinos um homem sem o menor respeito por aquilo que são os pilares essenciais de um regime democrático.
Como político e como primeiro-ministro, não faltarão qualidades a José Sócrates.
Como democrata, percebe-se agora porque gosta tanto de Hugo Chávez.

domingo, 26 de abril de 2009

Sócrates...Grande "saída" de uma jornalista...

José Sócrates saíra da sala da “entrevista”, sorridente, com ar de quem passou com distinção na prova oral, e perguntou “Não foi mal, pois não?”, dobrando as folhas brancas com notas usadas nas respostas.
E estava ali, a “dar sopa”, para os poucos jornalistas presentes.
Uma jornalista pergunta se se pode aproximar e fazer uma pergunta. “Claro, eu não mordo”, responde Sócrates sorridente.
“Não morde mas rosna. E às vezes rosna muito”, replica-lhe ela em voz alta.
O primeiro-ministro fica atrapalhado, responde que não é bem assim, ainda a rir, sem saber muito bem o que fazer, mas ela insiste com o “rosnar”.
Talvez pelo efeito surpresa, Sócrates nem se zangou, mas o caso cerrou alguns sobrolhos.
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Boa "tirada" da jornalista...mesmo na "mouche"...Só espero que não dê direito a mais um processo, mas não acredito...o menino de ouro do PS, não compreendeu a boca e ainda deve estar a pensar no que significou...
Aquela cabecinha só dá para caspa...

«Sócrates fez de Moura Guedes o grande problema do Governo»

José Sócrates «conseguiu transformar Manuela Moura Guedes no grande problema do Governo. Com o país no estado em que está»
Quem o diz é Vasco Pulido Valente, na habitual crónica no «Público», esta semana dedicada a «uma guerra» que «desde o princípio» o primeiro-ministro lançou aos jornalistas.
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«Para ele (Sócrates) a informação sobre o Governo tinha de ser pouca e calculada. Quanto menos fosse e quanto mais calculada, menos daria alimentação e oportunidade a críticas», escreve.
Sucede que «com o tempo as críticas vieram e Sócrates começou a exercer represálias sobre os críticos pelo velho e desastroso método do boicote: Se uma televisão ou um jornal por qualquer motivo o ofendiam ou, supunha ele, o prejudicavam, Sócrates fazia o possível (e o impossível) por não se aperceber da sua maléfica existência : recusava entrevistas, cortava as relações com os directores, não os convidava para viagens de natureza oficial e por aí fora».
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Para o cronista, «se a relação entre o Governo e os jornalistas se tornou numa relação «pessoal» e «obsessiva», a culpa não é dos jornalistas. É de quem primeiro se mostrou «pessoal» e «obsessivo».
Perante a inevitabilidade do escrutínio da vida do primeiro-ministro, restava-lhe, diz Pulido Valente, «negar, sem paixão, o que valesse a pena negar e deixar o resto aos tribunais».
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«Sócrates resolveu partir em campanha contra o mundo», diz, desde logo, ao apresentar-se como «vítima de uma conspiração obscura e quase universal» e ao processar vários jornalistas.
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O efeito conseguido foi, remata Pulido Valente, o previsível: «ninguém acreditou em conspiração alguma e os jornalistas acabaram por o processar a ele».
in Portugal Diário

lunes, 20 de abril de 2009

Brasil...Jornalista demitida da TV...

Grande mulher mesmo! Corajosa.
É pena que não tenhamos em Portugal jornalistas ou apresentadores/as assim deste calibre!!! Será cobardia ou então comem todos do mesmo tacho...
Enfim... "vai-te mundo cada vez a pior"!