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miércoles, 7 de marzo de 2012

No Reino da Granelandia II...


Madeira: Taxas moderadoras só serão cobradas aos turistas
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A deputada do PSD-M, Rafaela Fernandes, afirmou esta terça-feira que as taxas moderadoras no sistema regional de saúde só serão aplicadas a não residentes, ou seja, aos turistas que eventualmente necessitem de cuidados médicos durante a sua estadia na Região.
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Rafaela Fernandes fez esta confirmação no final de um debate sobre o sector da saúde dirigido aos deputados sociais-democratas madeirenses.
A deputada realçou que as receitas derivadas da aplicação de taxas moderadoras seriam residuais e, por isso, o Governo Regional resolveu não aplicá-las aos residentes.
A parlamentar reconheceu que esta é uma exigência da troika que recairá, no entanto, apenas aos turistas que "já estão sujeitos a elas desde 1 de Fevereiro"."
Os residentes não serão confrontados com taxas moderadoras", declarou.

lunes, 18 de mayo de 2009

Jardim descreve viagem "excursionista" de Sócrates...

Tal como se previa, Alberto João Jardim aproveitou a "Festa do Limão", em Santana, para atacar a visita oficial de José Sócrates à ilha, na passada sexta-feira. A postura institucional de Jardim durou dois dias. Na tarde de ontem tudo voltou ao normal.
O primeiro-ministro veio à região em viagem "excursionista" e com "falinhas mansas", disse Jardim. E se, para Sócrates, a Lei de Finanças Regionais é "justa" embora admita posição contrária, para Jardim não há meias medidas.
"Não nos venham enganar aqui para a Madeira com falinhas mansas. Não apareçam aí excursionistas a querer enganar o povo. Há um forte ataque à Madeira por razões políticas", disse. José Sócrates "tinha-se comprometido a respeitar a Lei de Finanças Regionais.
Não cumpriu. Fez outra (lei).
Isso significa que "entre 2007 e 2013 a região recebe menos 400 milhões de euros", portanto "não venham dizer que nos estão a dar dinheiro" porque as transferências do Orçamento do Estado são "uma compensação pelos impostos cobrados em Lisboa sobre os lucros das empresas com sede no continente mas obtidos na região".
Por outro lado, "não nos venham dizer que mandaram mais dinheiro" após a entrada em vigor do novo diploma porque esses montantes englobaram "verbas em atraso", garantiu. Jardim disse, ainda, que "a Madeira foi objecto da falta de consideração", recordando o "acordo entre o Estado e a região", no tempo em que Durão Barroso era primeiro-ministro.
Só que o actual Governo PS "não cumpriu. Não honrou a palavra do Estado. E andam uns tipos a almoçar com eles e bater-lhes palminhas", numa crítica aos empresários com ligações ao turismo que aceitaram o convite para, nesta deslocação, almoçarem com José Sócrates. Jardim não gostou nada do ver as imagens de "élan" entre algumas figuras jardinistas de décadas e o ministro Mário Lino mas, sobretudo, com Sócrates
E para avivar a memória, Jardim voltou a lembrar que durante cinco séculos e meio, "dois terços daquilo que o povo madeirense produziu foi levado para o Continente. Tiraram-nos quase tudo", referiu. Até "fizeram" uma lei que proíbe o governo regional de ser accionista do Jornal da Madeira para "ficar tudo na mão da esquerdalhada".
in DN
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Estava a ficar surpreendido com a moderação do soba...Agora sim...Voltou à normalidade...fico mais descansado...

miércoles, 6 de mayo de 2009

Reerguer Flama só interessa a Jardim dizem fundadores...

Sobreviventes da organização garantem que ressuscitar agora o separatismo só tem a ver com quem está em guerra com Lisboa.
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Passados mais de 30 anos sobre a extinção da denominada Frente de Libertação do Arquipélago da Madeira (Flama), dois sobreviventes do directório fundador saíram da clandestinidade para se demarcarem das recentes actividades atribuídas a este movimento separatista, nunca julgado pela autoria de mais de 70 atentados bombistas perpetrados entre 1975 e 1978 no arquipélago.
"A Flama desfez-se. Hoje é um conjunto de cadáveres que jaz no Cemitério de São Martinho", sintetiza João Costa Miranda, um dos três sobreviventes do directório constituído por 16 membros.
"Ressuscitar a Flama nesta altura é uma palhaçada, um disparate sem justificação possível. A frente nasceu num contexto, quando Portugal caminhava para uma ditadura comunista, mas agora não tem razão de ser, está extinta.
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Hoje levantar o espantalho da independência só interessa a quem quer colher dividendos da guerra com Lisboa", diz Miranda. Mais directo foi Daniel Drumond, outro membro do directório, ao apontar o dedo à Quinta Vigia, sede da presidência do Governo regional. O terceiro elemento ainda vivo, que é fundador do movimento, está no estrangeiro.
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Alberto João Jardim discorda da investigação que está a ser conduzida pela PJ sobre a colocação de bandeiras flamistas na madrugada de 25 de Abril passado em vários zonas da Madeira. Com esta acção, "para já de forma pacífica", era atribuído ao movimento o propósito de reiniciar "a sua luta". "Acho um atentado às liberdades, direitos e garantias andar a perseguir seja quem for por ideias políticas", justificou Jardim. "Nós estamos num país livre e as pessoas são livres de se manifestarem", acrescentou o governante e membro do Conselho de Estado que tem usado a ameaça independentista em momentos de maior aflição financeira da região ou quando negoceia reforços financeiros com Lisboa.
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Jardim diz ter "achado piada" na acção da semana passada atribuída à Flama, que incluiu o hastear da bandeira separatista no mastro do Palácio de São Lourenço. É a segunda vez que tal bandeira é hasteada neste monumento nacional, sede da representação da República, mas cuja posse é reivindicada pelo Governo regional.
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Na madrugada de 20 de Julho de 1975, em vésperas de uma grande manifestação do PPD que abriu uma cruzada contra o "colonialismo de Lisboa", o Funchal também amanheceu ornamentado com bandeiras do movimento a que foi atribuída a autoria de mais de 70 atentados bombistas contra bens do Estado (avião da Força Aérea, comando militar, Emissora Nacional e PJ) e viaturas de madeirenses conotadas com a esquerda. Os bombistas, disse-o Jardim no Parlamento da Madeira, "não são dignos de castigo, mas de recompensa", uma vez que são "defensores da pátria e da democracia".
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Em Fevereiro do ano passado, quando o Presidente da República visitou a Madeira, os sociais-democratas exigiram que a bandeira da região fosse hasteada no Palácio de São Lourenço.
Ao colocar agora a bandeira no palácio, os seus autores declararam que não querem "pertencer a um país governado por um corrupto que deveria estar preso".
Miranda, que se assumiu como antigo responsável editorial do movimento, negou também qualquer ligação da Flama ao comunicado divulgado com o seu símbolo na semana passada.
"Não tem qualquer semelhança com os nossos comunicados, nem no estilo, nem na ortografia e gramática. É um plágio tosco, rude e grosseiro", frisou.
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Acusado pelo líder regional do PS de ter responsabilidade na Flama, Jardim elegeu Sócrates como "o maior inimigo da Madeira desde o 25 de Abril" e único alvo a abater nas próximas eleições. E admitiu relançar, depois do próximo ciclo eleitoral, a ideia da independência a um ano do fim do mandato que, mais uma vez, promete ser o último.
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"Vamos aguentar até 2010" e "não terei qualquer receio em defendê-la [a independência] se vir" que "o Estado central autoritário abusa de poder sobre o povo madeirense".
T. de N.
in Público

domingo, 3 de mayo de 2009

É fartar, Vilanagem...Jardim gastou meio milhão em viagens "secretas"...

O presidente do Governo Regional da Madeira, Alberto João Jardim, gastou mais de meio milhão de euros em 2008 em viagens classificadas como “secretas”. O valor corresponde a mais de um quarto do orçamento da presidência regional.
A notícia é avançada este sábado pelo jornal Público, segundo o qual o Tribunal de Contas (TC) critica o facto de o governo regional recorrer de forma sistemática a esta classificação para as viagens.
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Segundo o TC, esta prática “indicia uma aplicação tendencialmente constante da excepção prevista (...) passível de a transformar em regra”, escreve o jornal.
Por sua vez, Alberto João Jardim justifica estes procedimentos com a necessidade de “haver celeridade no processo” de aquisição das viagens.
O presidente madeirense explica ainda os motivos para a contratação da agência Top Atlântico por ajuste directo, invocando “a necessidade de ter de se deslocar com frequência quer ao continente quer ao estrangeiro (...) as especiais precauções, nomeadamente no que respeita à segurança pessoal (...)e à confidencialidade das respectivas acções”, noticia o diário.
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O jornal refere ainda que na análise feita pelo TC a seis viagens de Jardim, o presidente madeirense ausentou-se em média por uma semana para participar em reuniões com um dia de duração. Estas viagens custaram mais de 70 mil euros, sendo que apenas em duas delas coube ao Executivo regional o pagamento dos bilhetes de avião.
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Quando se trata de gastar à conta do contribuinte, os políticos usam e abusam...é um regabofe...
O democrata da madeira não foge à regra...Por reuniões de um dia , fica sete e com uma segurança ao nível do alto dignatário que é...
É FARTAR; VILANAGEM...A crise é só para o povo manso...