lunes, 27 de febrero de 2012

Oficiais dizem a ministro: 'Nada nos obriga a ser submissos'


Oficiais dizem a ministro: 'Nada nos obriga a ser submissos'
- Carta aberta ao ministro censura-lhe falta de "clarividência" e de "respeito"

domingo, 26 de febrero de 2012

GUERRA JUNQUEIRO...Sempre actual...

Apesar de escrito em 1896 este texto de Guerra Junqueiro não perde actualidade
ao caracterizar a sociedade portuguesa.Leiam e vejam se não é verdade:
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"Um povo imbecilizado e resignado, humilde e macambúzio,
fatalista e sonâmbulo, burro de carga, besta de nora, aguentando pauladas, sacos
de vergonhas, feixes de misérias, sem uma rebelião, um mostrar de dentes, a
energia dum coice, pois que nem já com as orelhas é capaz de sacudir as moscas;
um povo em catalepsia ambulante, não se lembrando nem donde vem, nem onde está,
nem para onde vai; um povo, enfim, que eu adoro, porque sofre e é bom, e guarda
ainda na noite da sua inconsciência como que um lampejo misterioso da alma
nacional, reflexo de astro em silêncio escuro de lagoa morta.
Uma burguesia, cívica e politicamente corrupta até à medula, não descriminando já o
bem do mal, sem palavras, sem vergonha, sem carácter, havendo homens que,
honrados na vida íntima, descambam na vida pública em pantomineiros e
sevandijas, capazes de toda a veniaga e toda a infâmia, da mentira a
falsificação, violência ao roubo, donde provem que na política portuguesa
sucedam, entre a indiferença geral, escândalos monstruosos, absolutamente
inverosímeis.
Um poder legislativo, esfregão de cozinha do executivo; este criado de quarto do moderador; e este,finalmente, tornado absoluto pela abdicação unânime do País. [.] A justiça ao arbítrio da Política, torcendo-lhe a vara ao ponto de fazer dela saca-rolhas;
Dois partidos [.] sem ideias, sem planos, sem convicções, incapazes, [.] vivendo ambos do mesmo utilitarismo céptico e pervertido, análogos nas palavras, idênticos nos actos, iguais um ao
outro como duas metades do mesmo zero, e não se malgando e fundindo, apesar
disso, pela razão que alguém deu no parlamento, de não caberem todos duma vez na
mesma sala de jantar.
"Guerra Junqueiro, "Pátria", 1896.

SORRIA ou nao!!!...A Fábula do cavalo e do porco...


Quando estiver desanimado lembre-se da fábula do CAVALO e do PORCO!
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Um fazendeiro colecionava cavalos e
só faltava uma determinada raça.
Um dia ele descobriu que seu vizinho tinha este
determinado cavalo. Assim, ele atazanou seu vizinho até conseguir comprá-lo.
Um mês depois o cavalo adoeceu, e ele chamou o veterinário que disse: -
Bem,
seu cavalo está com uma virose, é preciso tomar este medicamento durante três
dias.
No 3º dia eu retornarei e caso ele não esteja melhor será
necessário sacrificá-lo. Neste momento, o porco escutava a conversa.No
dia seguinte, deram o medicamento e foram embora.
O porco se aproximou do cavalo
e disse: -Força amigo, levanta daí senão será sacrificado!!!.
No segundo
dia, deram o medicamento e foram embora. O porco se aproximou novamente e disse:
- Vamos lá amigão, levanta senão você vai morrer! Vamos lá, eu te ajudo a
levantar.
Upa! Um, dois, três...
No terceiro dia, deram o medicamento e o
veterinário disse: - Infelizmente vamos ter que sacrificá-lo amanhã, pois a
virose pode contaminar os outros cavalos.
Quando foram embora, o porco se
aproximou do cavalo e disse: - Cara, é agora ou nunca! Levanta logo, upa!
Coragem! Vamos, vamos! Upa! Upa! Isso, devagar! Ótimo, vamos, um, dois, três,
muito bem, muito bem, agora mais depressa, vai....fantástico! Corre, corre mais!
Upa! Upa! Upa! Você venceu, é um campeão!!!.
Então, de repente o dono
chegou, viu o cavalo a correr no campo e gritou:
- Milagre!!! O cavalo
melhorou, isso merece uma festa!Vamos matar o porco!.
Pontos de Reflexão:
Isso acontece com frequência no
ambiente de trabalho. Ninguém percebe qual é o funcionário que realmente tem
mérito pelo sucesso, ou que dá uma contribuição forte para que as coisas
aconteçam.
SABER VIVER SEM SER RECONHECIDO É UMA ARTE!

Altay Veloso...Cantor e músico Brasileiro...

Altay Veloso da Silva (São Gonçalo, 26 de fevereiro de 1951) é um cantor compositor e guitarrista brasileiro.
É neto de acordeonista, filho de jongueiro capixaba com sacerdotisa de religião de matriz africana.
Índice
1 Carreira
2 Composições
3 Estúdio
4 O Alabê de Jerusalém
5 Referências
Altay Veloso - Oração dos Matagais

Sporting..."a coisa está preta"...

Lá para as bandas de Alvalade as coisas nao vao bem....até o leao do brasao, atirou a toalha...

Facebook...ADERE ao grupo "Movimento Republicano 5 de Outubro."

EM uma semana já somos 600, os aderentes ao Movimento...Entra no grupo e defende a RÉPUBLICA...
Adere..."Movimento Republicano 5 de Outubro."

sábado, 25 de febrero de 2012

BPN...Quando é que esta BOSTA acaba????????...


A historia do BPN deve ser averiguadaO BPN parece ser, antes da nacionalização, um caso claro de polícia.
Após a nacionalização pelo Governo Sócrates , não permitindo que a gestão de Cadilhe
assegurasse a viabilização do banco, o BPN transformou-se num buraco onde o
Estado (e a CGD )já terão enterrado cerca de 5 mil milhões de euros.
Vendido ao desbarato aos angolanos, por imposição do acordo com a troika, o dinheiro dos
portugueses continua a evaporar-se.
Ontem soube que o Estado tem de emprestar mais 300 milhões para vender o BPN - Economia - PUBLICO.PTeconomia.publico.pt
O contrato negociado entre a secretária de Estado do Tesouro, Maria Luís Albuquerque, e Luís Mira Amaral, presidente do BIC Portugal, prevê que, para além da injecção de capital no BPN de 600 milhões de euros já realizada, os apoios de tesouraria possam chegar aos 700 milhões.
O BPN é um escândalo inaceitável, um buraco negro na história da
democracia.
Exige-se que o Ministério Publico e a PJ, o Banco de Portugal e a
Assembleia da Republica, investiguem este sorvedouro do dinheiro dos nossos
impostos.
O Presidente da Republica, que terá sido pessoalmente beneficiado
por investimentos feitos no BPN deve ser o primeiro a exigir um completo
esclarecimento da situação.A culpa não pode morrer solteira.
O Governo e o PSD não podem abafar uma completa averiguação. O PSD terá, nesta sexta,
inviabilizado a criação de uma comissão de inquérito ao BPN na AR. Duas
entidades, que represento, não conseguiram até á presente data reaver dinheiro
depositado no BPN e sentem-se burladas por um bando de criminosos protegidos
pela justiça em Portugal.
Não tolero que esta democracia conviva com este buraco, sem julgar culpados, nas três fases da história: antes da nacionalização, após a nacionalização e depois da venda aos angolanos.

Jaime Ramos publicó en el grupo "Movimento Republicano 5 de Outubro."

Cavaco silva...O Pedincholas de Boliqueime...


Mas quando é que este parolo vai de saída???...vai trabalhar malandro...¡¡¡

Julio Jose Iglesias...Cantante Español...

Julio José Iglesias Preysler, más conocido como Julio Iglesias, Jr. (nacido el 25 de febrero de 1973) es un cantante español.
En 2008, fue declarado el ganador de la CMT la competencia Gone Country y ha sido recientemente 3º Finalista de la primera edición de Tu cara me suena.
1 Primeros años
2 Trayectoria profesional
2.1 2008: CMT
2.2 2011: Tu cara me suena
3 Discografía
4 Plano personal
5 Referencias
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Julio Iglesias Jr-The Way I Want You

Mario de Andrade...Poeta e Romancista Brasileiro...67 anos da sua morte...


Mário Raul de Moraes Andrade (São Paulo, 9 de outubro de 1893 — São Paulo, 25 de fevereiro de 1945) foi um poeta, romancista, musicólogo, historiador e crítico de arte e fotógrafo brasileiro. Um dos fundadores do modernismo brasileiro, ele praticamente criou a poesia moderna brasileira com a publicação de seu livro Paulicéia Desvairada em 1922.
Andrade exerceu uma influência enorme na literatura moderna brasileira e, como ensaísta e estudioso—foi um pioneiro do campo da etnomusicologia—sua influência transcendeu as fronteiras do Brasil.
[1]Andrade foi a figura central do movimento de vanguarda de São Paulo por vinte anos.
[2] Músico treinado e mais conhecido como poeta e romancista, Andrade esteve pessoalmente envolvido em praticamente todas as disciplinas que estiveram relacionadas com o modernismo em São Paulo, tornando-se o polímata nacional do Brasil.
Suas fotografias e seus ensaios, que cobriam uma ampla variedade de assuntos, da história à literatura e à música, foram amplamente divulgados na imprensa da época.
Andrade foi a força motriz por trás da Semana de Arte Moderna, evento ocorrido em 1922 que reformulou a literatura e as artes visuais no Brasil, tendo sido um dos integrantes do "Grupo dos Cinco".
As idéias por trás da Semana seriam melhor delineadas no prefácio de seu livro de poesia Paulicéia Desvairada e nos próprios poemas.
Após trabalhar como professor de música e colunista de jornal ele publicou seu maior romance, Macunaíma, em 1928. Andrade continuou a publicar obras sobre música popular brasileira, poesia e outros temas de forma desigual, sendo interrompido várias vezes devido a seu relacionamento instável com o governo brasileiro.
No fim de sua vida, se tornou o diretor-fundador do Departamento Municipal de Cultura de São Paulo[3] formalizando o papel que ele havia desempenhado durante muito tempo como catalisador da modernidade artística na cidade—e no país.
Índice
1 Primeiros anos
2 Trabalho
2.1 Semana de Arte Moderna
2.2 Missão de pesquisas folclóricas
3 Obra
3.1 Pauliceia desvairada
3.2 Obras publicadas
4 Legado
5 Sexualidade
6 Mário na cultura popular
7 Referências
8 Bibliografia
9 Ligações externas
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A rua toda nua . . .
As casas sem luzes . . .
E a mirra dos martírios inconscientes . . .
—Deixe-me pôr o lenço no nariz.
Tenho todos os perfumes de Paris!

Alfredo Marceneiro...Fadista... 121 anos do seu nascimento...

Alfredo Rodrigo Duarte ComIH (n. Lisboa, 25 de Fevereiro de 1891 - m. Lisboa, 26 de Junho de 1982) mais conhecido como Alfredo Marceneiro devido a sua profissão, foi um fadista Português que marcou uma época, detentor de uma voz inconfundível tornando-se um marco deste género da canção em Portugal.
Vida
Alfredo Marceneiro nasceu na freguesia de Santa Isabel em Lisboa, e foi-lhe posto o nome de baptismo de Alfredo Rodrigo Duarte.Era filho de uma família muito humilde, oriunda do Cadaval. Com a morte do pai teve que deixar a escola primária. Começou então a trabalhar como aprendiz de encadernador para ajudar o sustento da sua mãe e irmãos.
Desde pequeno, sentia grande atracção para a arte de representar e para a música. Junto com amigos começou a dar os primeiros passos cantando o fado em locais populares começando a ser solicitado pela facilidade que cantava e improvisava a letra das canções.
Um dia, conheceu Júlio Janota, fadista improvisador, de profissão marceneiro que o convenceu a seguir esse ofício que lhe daria mais salário e mais tempo disponível para se dedicar à sua paixão.Alfredo Marceneiro era um rapaz vaidoso. Andava sempre tão bem vestido que ganhou a alcunha de Alfredo Lulu. Era, também, muito namoradeiro.
Apaixonou-se por várias raparigas, chegando a ter filhos com duas delas. As aventuras terminaram quando conheceu Judite, amor que durou até à sua morte e com o qual teve três filhos.Em 1924, participa no Teatro São Luiz, em Lisboa, na sua primeira Festa do Fado e ganha a medalha de prata num concurso de fados.
Nos anos 1930, Alfredo Marceneiro trabalhou nos estaleiros da CUF, onde fazia móveis para navios. Dividia o seu tempo entre as canções e o trabalho. A sua presença nas festas organizadas pelos operários era sempre motivo de alegria.
Em 3 de Janeiro de 1948, foi consagrado o Rei do Fado no Café Luso.Reformou-se em 1963, após uma carreira recheada de sucessos, numa grande festa de despedida no Teatro São Luiz.Dos muitos temas que Alfredo Marceneiro cantou destaca-se a Casa da Mariquinha, de autoria do jornalista e poeta Silva Tavares.
Faleceu no dia 26 de Junho de 1982 com 91 anos, na mesma freguesia que o viu nascer.
No dia 10 de Junho de 1984, foi condecorado, a título póstumo, com a Comenda da Ordem do Infante D. Henrique pelo então Presidente da República Portuguesa, General Ramalho Eanes.

jueves, 2 de julio de 2009

A Assembleia da República "virou" Tourada...

O ministro que se julgava touro
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O ministro da Economia, Manuel Pinho, pediu a demissão a José Sócrates após ter manchado o debate do Estado da Nação com um gesto insultuoso dirigido ao deputado comunista Bernardino Soares.
O primeiro-ministro aceitou a demissão de Pinho.
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Ministro da Economia deixa Governo de Sócrates

sábado, 27 de junio de 2009

O fado de todos nós...

José Sócrates continua o "animal feroz" que disse ser, ou é o "português suave", agora investido? O comoventíssimo problema tem queimado as meninges dos augustos comentadores da política nacional. Está mais sereno, está mais humilde, está mais modesto e menos arrogante - disse-se e escreveu-se. Há duas semanas que esta gente tem agido segundo os princípios de um pensamento feito de frivolidades e de absurdos; e o próprio primeiro-ministro, tão reservado em assuntos realmente graves, não resistiu à tentação da irresponsabilidade e respondeu-lhes. Não há prova histórica da mudança: "Eu sou o mesmo" e "não mudo de rumo". Parece um fado e, se calhar - "Chorai guitarras, chorai" -, é o nosso próprio e redondo destino.
Estas minudências são o retrato oval de uma democracia de superfície, que nos incita à renúncia de pensar. Eis o que nos sussurram: as coisas são como são, e deixem a política para os políticos. Não é bem assim. Há muitos anos, conversando com o saudoso prof. Pereira de Moura, disse-lhe, a páginas tantas, que não percebia nada de economia. Respondeu-me: "Mas sabe a tua mulher quando vai à praça."
A três meses de eleições fulcrais vivemos numa farsa sem graça e numa história aos quadradinhos. Pacheco Pereira demonstra a calamitosa ausência de humor que o caracteriza, e espirra-canivetes quando Luís Filipe Menezes lhe chama "a loira do PSD", numa analogia (ou metáfora?) experimental e divertida. Menezes tem sido o alvo privilegiado do Pacheco, mas aquele é muito melhor, mais inteligente e culto do que a maioria dos que este tem apoiado e incensado.
Fogo-de-artifício. É só. Nada do que é importante tem sido debatido, porque a estratégia é impedir-nos de pensar e de agir. Quando a dr.ª Manuela Ferreira Leite aplaude o "manifesto" de 28 economistas (alguns não o são, nem coisa que se pareça), reivindicando o conteúdo do documento como se de ideias suas e antigas se tratasse, a natureza profunda da iniciativa fica destapada. É um texto de abolição, uma birra de gente, certamente estimável, mas com pouco para dizer. De qualquer das formas, o documento não corporiza o antagonismo que pretende representar, além de não indicar, não sugerir, não propor: somente protesta. Para protestar, os 28 são inúteis. Para isso, cá estamos nós. Vamos à praça e contamos os tostões. Não me parece que os signatários estejam em baixo de fundos, e muito menos que foram, unânime e piedosamente, movidos por um escaldante amor ao povo.
Todo este folclore não é cândido. O que está em causa é irresumível nessa espécie de competição de caracteres entre Sócrates e Manuela.
Baptista-Bastos
in DN

Novo conceito de familia (à portuguesa)...

Em plano inclinado...

A trapalhada (a coisa não tem outro nome) em que o Governo se meteu por causa da intenção da PT de adquirir 30% da Media Capital (dona da TVI) teve ontem o seu mais patético episódio: o primeiro-ministro vetou a operação, por não querer que, como os maldosos vinham dizendo, se pensasse remotamente na possibilidade de o Executivo estar a manobrar no sentido de alterar a linha editorial da estação televisiva, que lhe é agreste.
Isto é: José Sócrates travou, pela força de uma anacrónica "golden share", um negócio entre empresas privadas apenas e só porque isso lhe convém politicamente. Extraordinário.
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Diz o adágio: o que começa mal, tarde ou nunca se endireita. O "caso PT/TVI" mostra bem a veracidade do provérbio popular. De forma espantosa, Sócrates meteu-se num beco sem saída, ao dizer que nada sabia sobre o negócio. Se não sabia, devia saber. Se não sabia, devia pedir explicações aos responsáveis máximos da empresa. Como não o fez, deixou que uma carregada nuvem de suspeições se abatesse sobre o caso.
A estocada final pertenceu ao presidente da República, quando, usando exactamente a mesma expressão escolhida por Manuela Ferreira Leite, pediu "transparência" às partes.
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O que impressiona mais nisto tudo é a circunstância de o Governo vir a somar erro atrás de erro sem que ninguém, incluindo Sócrates, ponha travão à desgraça. Ele foi o despistado ministro da Agricultura a desmentir-se em meia-hora; ele foi a estranha história da Fundação para as Comunicações (que ainda há-de dar muito que falar); ele foi o recuo no TGV....
De repente, o Governo parece ter entrado na fase do plano inclinado, etapa da qual é muito delicado sair, sobretudo quando ela surge logo após uma fragorosa derrota eleitoral.
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Há um mês ninguém no seu perfeito juízo diria que tanta asneira junta seria possível num Governo que se especializou no controlo de danos e na eficácia da mensagem a passar. Mas, enfim, a vida tem destas coisas. E, num instante, parece que estamos de volta ao desastroso Governo de Santana Lopes: tudo parece inconsistente, volátil, efémero e decidido em cima do joelho, em função das circunstância e não da importância.
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Quem beneficia com isto? Antes de mais, o PSD, claro está. A Manuela Ferreira Leite basta-lhe agora ficar quietinha no seu sítio a bater com violência na tecla do endividamento e das obras públicas que nos hipotecam o futuro.
Por este caminho, o Governo tratará de cavar ainda mais o fosso com o eleitorado que mostrou o seu desagrado nas eleições europeias.
Quem diria? Sócrates encontra-se num labirinto. E a cada dia que passa é-lhe mais difícil encontrar a saída.
Paulo Ferreira
in JN

A Jura...

Manuel falava do seu novo emprego para Joaquim, que não acreditava.
- Juro-te pela memória da minha mãe!
- Mas, Manuel tua mãe ainda está viva.
- Eu sei. Mas a velha não esquece nada!

Helen Keller...foi Escritora e Ativista Social...

Helen Adams Keller (Tuscumbia, 27 de junho de 1880Westport, 1 de junho de 1968) foi uma escritora, conferencista e ativista social estadunidense.
Nascida no
Alabama, foi dos maiores exemplos de que as deficiências sensoriais não são obstáculos para se obter sucesso.
Helen Keller foi uma extraordinária mulher, triplamente deficiente, que ficou cega e surda, desde tenra idade, devido a uma doença diagnosticada na época como febre cerebral (hoje acredita-se que tenha sido escarlatina).
Superou todos os obstáculos, tornando-se uma das mais notáveis personalidades do nosso século. Ela sentia as ondulações dos pássaros através dos cascos e galhos das árvores de algum parque onde ela passeava.
Tornou-se uma célebre escritora, filósofa e conferencista, uma personagem famosa pelo extenso trabalho que desenvolveu em favor das pessoas portadoras de
deficiência. Anne Sullivan foi sua professora, companheira e protetora.
A história do encontro entre as duas é contada na peça The Miracle Worker, de William Gibson, que virou o filme O Milagre de Anne Sullivan, em 1962, dirigido por Arthur Penn (em Portugal, O Milagre de Helen Keller).
Índice
1 Vida
2 Obra
3 Ver também
4 Ligações externas

viernes, 26 de junio de 2009

O preço do desespero...

O Presidente da República deseja saber por que motivo a PT quer entrar na Media Capital. O prof. Cavaco devia ter ouvido o último debate parlamentar: pela boca do eng. Sócrates, que ironizou com a ‘linha editorial’ da TVI, ficou transparente que o Governo, através da PT, deseja açaimar o único canal televisivo que não come a propaganda do PS.
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Acontece que a jogada tem um problema: o tempo. Tirando a natureza óbvia e imoral do negócio, mais própria de democracias latino-americanas,a entrada na TVI pode ser um erro estratégico. A três meses das legislativas e com a possibilidade séria de as perder,o governo Sócrates arrisca-se a comprar um canal televisivo para o oferecer, logo de seguida, ao governo da oposição. Irónico? Sem dúvida.
Mas é o preço a pagar quando se governa em desespero.
João Pereira Coutinho
in CM

Levantamento de rancho em protesto...

Milhares de militares recusaram ontem almoçar nas messes em protesto contra aquilo consideram ser a “degradação” da carreira militar e prometeram endurecer as acções. Em causa está a passagem à reversa compulsiva de dezenas de sargentos, as “distorções” no sistema retributivo, a ausência de enquadramento legal das missões no estrangeiro e o novo Regulamento de Disciplina Militar (RDM).
Numa iniciativa promovida pela Associação Nacional de Sargentos (ANS), intitulada ‘Operação Carcaça’, milhares de militares por todo o País, segundo avançou a associação, almoçaram ontem fora das messes para uma “jornada de luta e reflexão”. “É vergonhoso o que está a acontecer [nas Forças Armadas].

Benfiquices...

Jesus: Piu Piu, então águia Vitória...estás a olhar para onde?
Águia Vitória: Para ali, para o sítio por onde o Quique se foi embora, é bom que decores o caminho