Segundo Paulo Portas, que participava no Congresso do CDS Madeira, com
esta decisão do TC ( que declarou a inconstitucionalidade da suspensãodo pagamento dos subsídios de férias e de Natal a funcionários
públicos ou aposentados), há "um problema político" que é necessário
"procurar resolver com soluções que não são simples nem são fáceis".
"Não será comigo que Portugal vai diabolizar a função pública",
garantiu Paulo Portas, considerando, no entanto: "Temos de saber e
entender que, se o problema de Portugal é défice do Estado, não éjusto pretender que o sector privado tem a mesma responsabilidade de
ajudar".
Temos assistido nos últimos tempos a mais uma campanha para tentar
criar uma "guerra" entre quem trabalha para o Estado e quem trabalha
para privados. Dividir para reinar é uma velha forma de governar e
nisto este governo em nada diverge dos anteriores, A verdade é que
todos nós, trabalhemos para o público ou para o privado temos sido
vitimas das políticas desumanas e das medidas de austeridade deste
governo. Mas, esta teoria que nos querem impingir cai pela base quando
se sabe que em relação aos reformados os cortes não distinguiram
publico e privado e todos viram os seus subsídios cortados. Também a
desculpa de que os funcionários públicos ganham mais que os
trabalhadores do privado não faz sentido quando se sabe que os cortes
só se efectuam para ordenados superiores a mil euros. e mil euros são
iguais para todos. Também o argumento do Portas, que só vem a Portugalquase exclusivamente para participar em actividades do seu partido, é
ridícula, porque se o défice é do Estado isso não implica que tenham
sido os vencimentos dos funcionários que o criaram. Um médico no
hospital trabalha para o Estado, um professor trabalha para o Estado,
um Juiz trabalha para o Estado, um funcionário das finanças trabalha
para o Estado e todos eles prestam serviços a todos e não só ao
próprio Estado. Quem geriu mal foram quem governou, gente como o
Portas que comprou submarinos e carros blindados, quem fez parcerias
Público Privadas ruinosas, quem deu tachos a boys e ajudou a
enriquecer muitos privados. Se o problema do Portas é atribuir a
responsabilidade do défice a quem teve realmente culpa e a quem
contribuiu fortemente para isso estamos de acordo. Apontem-se os
antigos governantes, os banqueiros, os "merceeiros e trolhas do
regime" e cobre-se a eles. Esses sim é que deviam ser chamados a
suportar o custo do descalabro das contas públicas e nunca quem sempre
trabalhou para patrões, sejam eles o estado ou um privado, no país quedesde sempre teve os mais baixos ordenados da Europa...
esta decisão do TC ( que declarou a inconstitucionalidade da suspensãodo pagamento dos subsídios de férias e de Natal a funcionários
públicos ou aposentados), há "um problema político" que é necessário
"procurar resolver com soluções que não são simples nem são fáceis".
"Não será comigo que Portugal vai diabolizar a função pública",
garantiu Paulo Portas, considerando, no entanto: "Temos de saber e
entender que, se o problema de Portugal é défice do Estado, não éjusto pretender que o sector privado tem a mesma responsabilidade de
ajudar".
Temos assistido nos últimos tempos a mais uma campanha para tentar
criar uma "guerra" entre quem trabalha para o Estado e quem trabalha
para privados. Dividir para reinar é uma velha forma de governar e
nisto este governo em nada diverge dos anteriores, A verdade é que
todos nós, trabalhemos para o público ou para o privado temos sido
vitimas das políticas desumanas e das medidas de austeridade deste
governo. Mas, esta teoria que nos querem impingir cai pela base quando
se sabe que em relação aos reformados os cortes não distinguiram
publico e privado e todos viram os seus subsídios cortados. Também a
desculpa de que os funcionários públicos ganham mais que os
trabalhadores do privado não faz sentido quando se sabe que os cortes
só se efectuam para ordenados superiores a mil euros. e mil euros são
iguais para todos. Também o argumento do Portas, que só vem a Portugalquase exclusivamente para participar em actividades do seu partido, é
ridícula, porque se o défice é do Estado isso não implica que tenham
sido os vencimentos dos funcionários que o criaram. Um médico no
hospital trabalha para o Estado, um professor trabalha para o Estado,
um Juiz trabalha para o Estado, um funcionário das finanças trabalha
para o Estado e todos eles prestam serviços a todos e não só ao
próprio Estado. Quem geriu mal foram quem governou, gente como o
Portas que comprou submarinos e carros blindados, quem fez parcerias
Público Privadas ruinosas, quem deu tachos a boys e ajudou a
enriquecer muitos privados. Se o problema do Portas é atribuir a
responsabilidade do défice a quem teve realmente culpa e a quem
contribuiu fortemente para isso estamos de acordo. Apontem-se os
antigos governantes, os banqueiros, os "merceeiros e trolhas do
regime" e cobre-se a eles. Esses sim é que deviam ser chamados a
suportar o custo do descalabro das contas públicas e nunca quem sempre
trabalhou para patrões, sejam eles o estado ou um privado, no país quedesde sempre teve os mais baixos ordenados da Europa...

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